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Editor:
Cláudio Osti

A eterna busca pelo bem comum

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A eterna busca pelo bem comum
foto de Kellyton Henrique

A foto acima, feita na prefeitura de Londrina, no dia do protesto contra o corte das verbas  – R$ 17 milhões – da Secretaria da Assistência Social, mostra duas realidades muito distantes mas que acabam se cruzando. O clique é de Kellyton Henrique, que fez a cobertura da manifestação.

Ao fundo o Secretário de Planejamento, doutor em economia, Marcos Rambalducci, o homem das planilhas, dos números frios. Em primeiro plano o indigena Guarani Elverson Vieira, casado com uma Kaingangue, que sente na pele o impacto dos retrocessos no atendimento aos grupos que precisam de apoio através das ações e programas da Assistência Social.

A administração pública não pode ser gerida exclusivamente com pensamento empresarial. Administração pública não precisa dar lucro. E tem o dever de cuidar das pessoas que mais precisam O principal dividendo a ser distribuído pelas administrações são ações para o bem comum.

E, só para esclarecer, Rambalducci segue o que determina o prefeito, no caso Tiago Amaral.

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6 comentários

  • Que azar hein, pai Lule tirou 300 milhões de brasileiros da pobreza extrema e só faltou os de londrina, que azar hein!
    Não acredito em boicote até porque o governo só tem dinheiro para viagens.
    Sobre a afirmativa de que “a administração pública não pode ser gerida exclusivamente com pensamento empresarial e que a administração pública não precisa dar lucro”, se não precisa de lucro por qual motivo aumentou tanto os impostos que não estão sendo suficientes e uma estatal até resolveu criar uma BET para arrecadar mais e pioram mais ainda um problema de saúde nacional.
    https://www.moneytimes.com.br/bet-da-caixa-estreia-em-novembro-e-mira-r-25-bilhoes-em-arrecadacao-so-em-2026-segundo-presidente-igdl/

  • O RomboDoce sabe tudo de quase nada e daí faz cara de dócil intelectual.

  • Victor Hugo

    A foto de Kellyton Henrique é perfeita.

    Sua análise abre espaço para inúmeras interpretações, remetendo aos 525 anos da chamada “descoberta” do Brasil.

    O fato é que, naquela época, assim como hoje, a opressão persiste, e o opressor ainda é o branco, europeu (ou, em nosso contexto atual, seus descendentes). O oprimido continua sendo aquele que está fora das “planilhas frias” do chamado planejador: o indígena. Essa realidade, infelizmente, ecoa em nossa sociedade atual.

    Sobre o Secretário Rambalducci, preciso dizer que, embora eu não o conheça pessoalmente, posso supor que ele seja uma pessoa de inúmeras qualidades. Talvez seja, inclusive, um excelente técnico — características que podem ser altamente valorizadas no setor privado.

    No entanto, para atuar no setor público, não basta genialidade técnica. É necessário compreender profundamente as dinâmicas sociais, ter habilidade com o povo e, acima de tudo, discernir as nuances do dia a dia de uma gestão pública.

    O Secretário não demonstra o perfil adequado para o setor público. Sua escolha pelo Prefeito foi um erro político, pois ele carece de características essenciais para a função: jogo de cintura, empatia, carisma e sensibilidade para lidar com pautas sociais e com a população.

    Pelo contrário, ele adota atitudes que sugerem arrogância e preconceito em relação a determinadas pautas importantes para a sociedade.
    Portanto, é urgente que o Prefeito Amaral coloque o Secretário Rambalducci no topo da lista para uma reforma no Secretariado em 2026. Esta medida não é apenas necessária — é imprescindível para corrigir decisões equivocadas e permitir que outra pessoa, com capacidade técnica, social e política, assuma essa posição tão estratégica.

    Caso contrário, o próprio Secretário poderia se antecipar, reconhecer suas limitações, concluir seu trabalho até o final deste ano e abrir caminho para uma nova nomeação.

    Seria uma atitude digna e de grande valor para não comprometer ainda mais a Administração do Prefeito Amaral.

  • Rosemeire Dias

    Esse secretário é uma vergonha, não sabe separar o privado do público, sendo capaz de tanta ineficiência e falta de conhecimento da máquina pública de comparar um acolhimento a uma casa. Falta muita técnica para esses secretários, falta muito entender de políticas públicas, voltem p suas empresas.

  • Esse Sr não é sozinho culpado pelo desaste desses cortes.
    A política de governo é definida pelo Prefeito, ele se submete a ela. Aí que reside a culpa dele, em se submeter a essa situação e aceitar.
    Enquanto essa turma do NOVO TEMPO, não parar de olhar para o passado e ficar com mimimimi, esquece não vão produzir nada. Se bem que pelo visto não sabem nem o que fazer com a Prefeitura na mão. Estamos em um trem desgovernado

  • Joao Jose Francisco

    Sera que o Rambalducci sabe o que e bem comum?

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