
Enquanto o grupo do governador João Dória faz o possível para ignorar a decisão, outro peso pesado da sigla, o deputado Aécio Neves, solta o verbo.
Em carta aberta aos membros do PSDB disse:
“Os valores e o significado do nosso partido não podem se submeter à força de uma máquina administrativa ou de projetos pessoais que nada têm a ver com nossa história. Insisto: o silêncio de nossos líderes, especialmente alguns de São Paulo, que trabalharam a seu lado ou dele receberam decisivo apoio em suas trajetórias, atualizam, lamentavelmente, a velha máxima, segundo a qual, na política, o dia da gratidão é a antevéspera da traição, ou, como diria Leonel Brizola: ‘a política ama a traição, mas abomina o traidor.’”














