Caso Iguaçu do Brasil: dez denúncias vão para a Justiça

Dez denúncias foram oferecidas à Justiça, pelo Ministério Público, do Caso Iguaçu do Brasil. Ao todo, 13 pessoas foram apontadas como suspeitas de terem cometidos crimes de formação de quadrilha e estelionato. O inquérito foi concluído pelo Gaeco, através dos promotores Claudio Esteves e Jorge Barreto da Costa. As 210 vítimas da construtora teriam sofrido um prejuízo de R$ 45,5 milhões.

Denunciados

O proprietário da construtora, Carlos Alberto Campos de Oliveira, gerente financeiro, Emerson Arantes Barison, gerente de vendas, Helio Fernandes, empresário sócio-oculto, Guidimar Guimarães e seus filhos, Maurício e Paula Guimarães, Gustavo Jacometto Bertolini, Roberto Yukishigue Maeoka, Maycon Vinicios Domingues, Maria Gisela Siste, Angélica Silene Lorga, André Luiz Zancopé e Joatan Milan.

Um comentário em “Caso Iguaçu do Brasil: dez denúncias vão para a Justiça

  • 13/03/2015, 10:25 em 10:25
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    Veja a prescrição que o MP permitiu pro chefe do esquema.
    Um ex promotor e ex deputado estadual é o advogado.
    Te cuida MP:
    No Ângelo Rigon de hoje 13/03/15

    Ex-prefeito de Mandaguari, Carlos Alberto Campos de Oliveira foi condenado a 2 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão, além de perder os direitos para exercer cargo ou função pública, eletivo ou nomeação por cinco anos, por infração ao artigo 1°, inciso I (cinco vezes) do decreto-lei 201/67, que trata dos crimes de responsabilidade dos prefeitos (apropriar-se de bens ou rendas públicas, ou desviá-los em proveito próprio ou alheio), e depois a pena privativa de liberdade foi substituída por duas restritivas de direitos, ou seja, prestação de serviços à comunidade e o pagamento de um salário mínimo. Como se passaram mais de quatro anos entre a data em que os fatos ocorreram (1990) e a data do recebimento da denúncia e também mais de dois anos entre a data do recebimento da denúncia (2000) e a publicação da sentença condenatória definitiva (2013), ocorreu a prescrição da pretensão punitiva na forma retroativa, com a decretação de extinção da punibilidade do ex-prefeito. A decisão foi ratificada no último dia 19 pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná. Carlos Alberto Campos de Oliveira teve como advogado o ex-promotor Joel Geraldo Coimbra (PSDB).

    O caso lembra escândalo recente ocorrido na Ciretran de Maringá, com vários condenados, que também prescreveu por causa da lentidão do sistema penal brasileiro.

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