Chamuscada na tentativa de Barros ser presidente da Câmara tornou a semana no Palácio Iguaçu bem mais feliz

A fragorosa e implacável derrota do ex-ministro da Saúde, o deputado Ricardo Barros (PP) na tentativa de ser o presidente da Câmara Federal deixou muita gente no Palácio Iguaçu feliz, mas muito feliz da vida.

Considerado um dos “tratores” da política, Barros moveu mundo e fundos – muitos, aliás – para emplacar a sua mulher, Cida Borghetti, como governadora do Paraná. Não rolou. Ela ficou mesmo estacionada no primeiro turno.

Mas, cheio de si como sempre age, terminada uma empreitada Barros já está de olho na próxima. Tentou ser presidente da Câmara.

Há tempos não se via uma chamuscada tão grande no currículo de Barros. Entre sete candidatos ele ficou em sexto lugar, com míseros 4 votos.

O vencedor, Rodrigo Maia, recebeu 334 votos. O vice-presidente da Câmara, Fabio Ramalho (MDB-MG), teve 66 votos, em segundo lugar; seguido por Marcelo Freixo (Psol-RJ), com 50 votos. JHC (PSB-AL) teve 30 votos; Marcelo Van Hatten (Novo-RS), 23 votos, Ricardo Barros (PP-PR), quatro votos; general Peternelli (PSL-SP), dois votos.
Por que a comemoração no Palácio Iguaçu? Pelo simples fato de que a derrota se tornou argumento forte para que os atuais palacianos possam dizer “não” sempre que Barros abrir a boca de forma desmedida.

Não é pouca coisa.

 

Um comentário em “Chamuscada na tentativa de Barros ser presidente da Câmara tornou a semana no Palácio Iguaçu bem mais feliz

  • 04/02/2019, 17:46 em 17:46
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    Pena não ser aberto. O dele e mais três. Possivelmente de 3 deputados do norte PR. Quem será?

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