A CMTU não teria interesse em reduzir a tarifa do Busão?

 O advogado Eduardo Lebbos Tozzini, de Londrina tem uma teoria sobre o porque a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanismo não reduz a tarifa do transporte coletivo mesmo tendo economizado consideravelmente com a redução ou cancelamento de benefícios – redução Passe Livre, cortaram a Tarifa Verde que dava 10% de desconto, acabaram com a linha Centro Livre.

Segundo ele o motivo pelo qual a tarifa do ônibus subirá sempre é que trata-se de fonte de renda oficial da CMTU. E tendo em vista ser uma empresa que visa lucro (eis não ser pública) e possui 40 acionistas particulares que visam resultado, não se trata de “matemágica”, mas pura lógica empresarial. Veja o trecho do estatuto abaixo e tire suas conclusões.

Resumindo: a CMTU não é uma empresa pública. Possui 40 acionistas particulares que participam de 25% da arrecadação da companhia (incluindo as multas de trânsito). E por ser economia mista e visar lucro, alguém tem que pagar. Pagam os contribuintes.

 

5 comentários em “A CMTU não teria interesse em reduzir a tarifa do Busão?

  • 09/01/2018, 16:37 em 16:37
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    Nossa!!!! Que vergonhoso!!!!!

    Isso é legal???? Será que esse monte de agentes publicos poderiam fazer parte do quadro societario da CMTU?

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  • 09/01/2018, 17:02 em 17:02
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    Claro que com uma quantidade de acionistas deste naipe, o conhecimento seria técnico.
    É de se perguntar se entre os bens declarados indisponíveis desta gente, estão as ações miserê da CMTU e ex AMA COMURB.
    Seria como o Paulo Roberto Costa ser acionista da Petrobras e ainda receber dividendos do dinheiro recuperado da conta bancária dele na Suiça.

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  • 09/01/2018, 18:46 em 18:46
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    pensa numa empresaa que tem hoji o pior presiddente que ja passsou por la todo mundo sabe que esse esgarione so pensa nele depois vemdar uma de bonzinhoona frente do prefeito la tem um monti de genti puchasaco acorda prefeito marcelo esse cara vai quebra a cmmtu fica de zoio no transsito

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  • 09/01/2018, 19:18 em 19:18
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    A constituição federal prevê no seu art. 37 ser princípio regente da administração pública, dentre outros, a moralidade e impessoalidade. Como poderá uma companhia de trânsito ser imparcial em sua atuação, como deveria ser, se ela possui acionistas particulares e a aplicação de multas faz parte de sua receita? Resta evidente que haverá prejuízo aos cidadãos de Londrina-PR.

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