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Cláudio Osti

Empregabilidade em alta no Paraná. A irmã da vice-governadora é nomeada no TC

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do Contraponto/Celso Nascimento

Se existe uma ação determinada da família Barros é a nomeação de parentes para cargos públicos. A mais recente envolve Ana Maria Borghetti Violani, nomeada como assessora administrativa no gabinete do conselheiro Fabio Camargo, no Tribunal de Contas, com salário de R$13.000,00. Ela é irmã da Vice-governadora Cida Borghetti.

Uma Ação Popular corre na Vara de Fazenda Pública no Estado Paraná denunciando o nepotismo e exigindo providências imediatas dos conselheiros do Tribunal de Contas.

Antes de Ana Maria teve o caso da sobrinha, Alana Borghetti, contratada sem concurso público pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT), com salário de R$ 15 mil. Denunciada, pediu demissão. E teve, também, o célebre caso do irmão da vice, o ex-vereador Juliano Borghetti, contratado pela Construtora Valor (salário de R$ 15 mil), fornecedora do governo do Estado, numa troca por um cargo público para o qual ele não podia ser nomeado, pelo grau de parentesco.

E esses três exemplos podem ser apenas o começo: Cida Borgheti, que deve assumir o governo em abril, vem de uma família de 11 irmãos, mais cunhados, sobrinhos, primos e agregados. Vai faltar cargo para tanta gente no serviço público do Paraná.

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  • A família Barros vai manter a tradição da família Richa. É gente que não planta um pé de alface, não fabrica um prego mas sobrevive maravilhosamente às custas dos contribuintes.

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