Greve na UEL pode ir longe

Analise de um leitor do blog que acompanha de perto a greve na UEL: o movimento está forte, com grande adesão de professores, funcionários e mesmo dos alunos. A assembleia dos professores realizada na quinta-feira, para avaliação, e que decidiu sobre a manutenção da greve, estava lotada – assim como todas as outras assembleias realizadas até agora. Os funcionários são os mais exaltados, e não parecem dispostos a retroceder tão cedo.

E os alunos lotaram o anfiteatro Pinicão nas duas aulas magnas organizadas na quinta-feira, de manhã e a noite, pelo Comando de Greve. Foi uma espécie de calourada, que teve a presença dos professores Alcides Carvalho e Luis Carlos Bruschi, que falaram sobre a história de luta na UEL por uma universidade autônoma e gratuita.

A última grande greve da UEL aconteceu, se não me engano, há 12 ou 13 anos, quando os professores ficaram parados por 6 meses.

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