Novo líder de Bolsonaro, Ricardo Barros defende a distribuição de cargos para enfrentar a corporação dos servidores

do Contraponto
O novo líder do governo federal na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (Progressistas-PR), concedeu na manhã desta quinta-feira (13) longa entrevista à Rádio Eldorado, de São Paulo, durante a qual fez a defesa da distribuição de cargos no governo para fortalecer a articulação no Congresso Nacional e disse que é preciso “enfrentar a corporação dos servidores públicos” para aprovar a reforma administrativa.

Ele afirmou que “é absolutamente justo” que os partidos que deem governabilidade ao presidente tenham participação programática no governo. Perguntado se a negociação passaria por cargos, o deputado afirmou que a articulação inclui a “coalizão de governo”, uma vez que o presidente e seu partido têm apenas uma parcela de representantes no Congresso, precisando formar maiorias simples e qualificada para a aprovação de suas matérias de interesse. “A nossa Constituição tem o presidencialismo de coalizão e é absolutamente justo que os partidos que vão dar governabilidade, que vão permitir o governo aprovar matérias que ele prometeu na campanha, tenham elementos de seu partido no governo, fazendo o programa de cada partido, é assim que funciona o Brasil”, disse

Servidores – O novo líder tem a missão de melhorar a comunicação do Palácio do Planalto e o Congresso, em um momento em que as tratativas para as principais reformas – a administrativa e a tributária – estão paradas.

Segundo o parlamentar paranaense, para a reforma administrativa, o principal desafio será enfrentar os servidores de carreira. “Claro que há sim uma grande resistência da corporação de servidores públicos que abduziu o Orçamento da União. Mas vamos enfrentar essa corporação, vamos enfrentar as dificuldades que aparecerem para que os brasileiros, em especial os contribuintes e aqueles que precisam do auxilio do Estado, sejam prioridade, e não a corporação dos servidores que levaram a grande vantagem nas discussões orçamentárias.”

6 thoughts on “Novo líder de Bolsonaro, Ricardo Barros defende a distribuição de cargos para enfrentar a corporação dos servidores

  • 13/08/2020, 17:08 em 17:08
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    Lembranças de Ricardo Barros:
    “Vamos parar de fingir que pagamos médicos e os médicos vão parar de fingir que trabalham”.
    “Os homens trabalham mais e não acham tempo para a saúde preventiva”.
    “É preciso rever o tamanho do Sistema Único de Saúde SUS”.
    “Criação de plano de saúde popular, com menos cobertura, para aliviar o sistema público”.
    “A maioria dos pacientes que procura atendimento na rede pública IMAGINA estar doente”.

    Se eu fosse jovem, eu iria embora do meu amado Brasil. Os políticos não tem o menor respeito, nos tratam como escória. Que País é esse?

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  • 13/08/2020, 17:20 em 17:20
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    Novamente o servidor público será alvo desses vermes na política. Tira o servidor e loteia o Estado como capitânias hereditárias. Quem está na carreira pública, fez exames para ingressar, não entrou pela porta da cozinha. Cada vez, tenho mais nojo de político. Quando a população tomar realmente nojo de político e ser mais exigente em relação a representação, e não tratar como mito, salvador da pátria, meu político favorito, nada vai mudar. Nada. Não somos eleitores realmente. Somos cabos eleitorais dessa gente.

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  • 13/08/2020, 20:09 em 20:09
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    Mentira, enganação, a função é proteger a Michelle Laranja Queiroz Bolsonaro, que não tem nenhuma explicação por mais bizarra para os depósitos em sua conta. Num país um pouquinho mais civilizado o chefe do executivo estaria na linha de tiro do Impeachment. Mas com uma tropa de 150 desclassificado, fica difícil. A população tem que ir para a rua imediatamente exigir o afastamento do Bolsoloco.

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  • 13/08/2020, 22:53 em 22:53
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    Tá certíssimo o deputado. Depois de garantir tantos benefícios previdenciários e salariais aos militares, chegou a hora do Bolsonaro ajudar os civis… políticos, quer dizer, aqueles que vão ajudá-lo a escapar de impeachment.

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  • 14/08/2020, 18:07 em 18:07
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    Só assim para se safar de tanta denúncia.

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  • 14/08/2020, 18:10 em 18:10
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    Parou de fazer festa de niver com 5000 convidados? A grana tá curta né? Tem que correr atrás.

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