O Projeto BRT para Londrina subiu no telhado

O Bus Rapid Transport (BRT), previsto para Londrina subiu no telhado. O fato real e irrestrito que as análises técnicas feitas mostram que o BRT é inviável para cidades do porte de Londrina porque não há demanda suficiente de passageiro para o tamanho do investimento.

Hoje de manhã o prefeito de Londrina, Alexandre Kireeff, e o assessor executivo Carlos Alberto Geirinhas se reuniram com o presidente da Embarq Brasil, Luís Antonio Lindau, e técnicos da Prefeitura para esclarecer as ações do Alinhamento Estratégico do Modal – BRT. Durante o encontro, realizado no Clube de Engenharia, foi assinado o Protocolo de Intenções.

Possivelmente o projeto BRT será substituído por um outro mais adequado para Londrina, com menor custo e mais rapidez na implantação.

“Assinamos um convênio com a ONG Embarq, que é especializada em mobilidade urbana e sustentabilidade das cidades. Nosso objetivo é incorporar a discussão do projeto Super Bus à excelência na discussão desta matéria para que o resultado final do nosso plano de mobilidade urbana garanta eficiência no transporte e custos compatíveis à operação, ou seja, eficiência e tarifas baratas”, esclareceu Kireeff.

O prefeito também explicou que a ideia inicial do BRT é viável desde que seja feita de forma adequada e buscando as melhores alternativas de implantação, o que tem sido feito pela Prefeitura. “Se não tivermos cuidado e não tomarmos as devidas precauções, corremos o risco de introduzir um sistema que seja muito eficiente sob o ponto de vista da velocidade de deslocamento e da abrangência, mas que terá um custo operacional elevado. Então, conciliar a eficiência da mobilidade com o custo operacional é o nosso o desafio e a Embarq veio nos ajudar nesse sentido”, disse.

Um comentário em “O Projeto BRT para Londrina subiu no telhado

  • 27/11/2014, 00:36 em 00:36
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    Geirinhas : Ibiporã go home……

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