Desde que foi criada a cota de gênero para aumentar a representatividade das mulheres na política, vários partidos têm tentado fraudar a norma.
O mais comum é inscrever mulheres na disputa apenas para preencher a cota, sem que elas queiram efetivamente disputar a eleição.
E isso tem provocado, nas últimas semanas, mudanças nas Câmaras de várias cidades. Em Joaquim Távora, por exemplo, a juíza eleitoral da 55ª Zona Eleitoral, Camila Felix da Silva, julgou procedente pedido do candidato Adevilson dos Santos, o Tche Metal e entendeu que o Partido União Brasil utilizou de candidatura laranja para cumprir a cota de gênero.
A candidata considerada laranja, não teria feito campanha e apresentou prestação de contas eleitorais zeradas e teve uma votação de apenas quatro votos.
Do partido foi eleito Antônio Luiz Gabriel, o Jiló do Corujá com 267 votos. Com a decisão da Justiça, Jiló do Corujá deixa a Câmara e deve assumir Tche Metal, do PDT.















1 comentário
Poderia ser bem pior
Dupla caipira isola as mulheres – Metal e Jiló.
Ou seria Jiló e Metal?