Programa de apoio a cultura precisa ser melhor fiscalizado

Possivelmente uma das principais tarefas do novo secretário de Cultura de Londrina, Caio Julio Cesaro, será dar uma boa olhada no Promic-Programa Municipal de Apoio a Cultura, mas que, em alguns casos, virou mesmo meio de vida.

Desde que foi criado há mais de uma década, o Promic sempre foi alvo de discussões e desconfianças. 

E não é para menos. Houve varias comprovações de mal versação do dinheiro liberado pelo Promic. De desvio de grana pura e simplesmente, até de projetos migueleiros, daqueles em que o propositor coloca filhos e parentes pra dar volume aos beneficiados do projeto em que ele trabalha.

A coisa não é um arco-iris e precisa ser realmente fiscalizado com apuro.

8 comentários em “Programa de apoio a cultura precisa ser melhor fiscalizado

  • 01/02/2017, 14:06 em 14:06
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    a começar pelo indicação do secretario que vem a ser homem do deputado grandão, entao-se a coisa pode parar por ai.

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  • 01/02/2017, 15:32 em 15:32
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    O Promic precisa ser repensado mesmo.. não é bolsa artista.. os mesmos proponentes recebendo dinheiro publico para eventos culturais que ninguém ouve falar. A cultura precisa sim de um subsidio.. mas com transparência e sem usar dinheiro publico pra sustentar ‘artista’ maconheiro que acorda meio dia.
    O secretario terá um grande desafio pela frente… só não entendi o comentário do Jansen.. você tem algo contra o secretário ou esta com dor de cotovelo pelo outro que esta devendo meio milhao?

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  • 01/02/2017, 19:06 em 19:06
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    Milton, entre Aldo e Alex quem e mais perigoso…..

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  • 02/02/2017, 10:48 em 10:48
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    Respondeu minha pergunta kkk é dor de cotovelo mesmo…

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  • 02/02/2017, 14:53 em 14:53
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    A quem interessar possa, todo processo de análise de projetos culturais inscritos no Programa de Incentivo do município são analisados por uma comissão formada, principalmente e majoritariamente, por membros da sociedade civil. Todas as pessoas que, de alguma maneira, são afetas à área cultural, artistas e não artistas, professores, etc., podem integrar essa comissão para participar dos processos de análise dos projetos culturais e constatar por si só, que é fato, poucos são os projetos que se destacam ou que tragam algo inovador para a cidade. É fato também que alguns proponentes que receberam o recurso por uma, duas, ou mais vezes, é porque prestaram conta conforme rege a lei, e apresentaram projetos com abrangência, coerência, custo x benefício, etc., condizentes com a regras impostas pelo edital. Participem! É grátis! Ou seja, não se recebe um vintém para participar das comissões, diga-se de passagem, o trabalho é voluntário. Se inscrevam para integrar a comissão de análise e poder constatar com seus próprios olhos.

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    • 02/02/2017, 16:25 em 16:25
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      Sempre os mesmos projetos aprovados/ pleiteados com recursos do PROMIC, sempre a mesma panelinha: Rodrigo Grotta, Micalli & cia Ltda; – tem “´produtores culturasi” com webrádio patrocinada com recursos da SMC; – esses cidadãos que citei ai, por exemplo, dificilmente ficam de fora… Melhor ficar quieto… Não tem panelinha…!!! Saia daqui man””

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  • 02/02/2017, 16:18 em 16:18
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    “Apoio a cultura”…? Não seria apoio à cultura…!!??

    **Apoio ao setor cultural”… O ” ao” caberia ai sem mudar o sentido da frase / chamada; portanto há sinal indicativo de crase na frase supramencionada, não!? Pelo menos foi assim que aprendi à época de da faculdade de jornalismo com o renomado professor de Língua Portuguesa, Alcides Carvalho…

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    • 02/02/2017, 16:39 em 16:39
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      Odeio Crase. Morte as crases (e sem crase) rsrsr

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