Requião Filho, o mundo não começa a funcionar às 10h30

Doático Santos

Nesta quinta-feira (3), enquanto acompanhava a sessão da Assembleia Legislativa em meu local de trabalho, fui surpreendido pelo pronunciamento do deputado estadual Maurício Thadeu Quarengui de Mello e Silva.
O parlamentar que adota a alcunha de Requião Filho, criticava a minha participação, segundo ele em horário de trabalho, na manifestação política que teve como ícone, alegoria conhecida como Pixuleco. Como suposta prova de minha militância, durante o horário de trabalho mostrava uma foto minha, em frente à Polícia Federal. Abaixo da foto, registro do horário de postagem da mesma, 10h59, do dia 2 de setembro.
Pois bem, na voracidade em tentar me atacar, o jovem deputado esqueceu de analisar mais a fundo o fato gerador de seu discurso: a foto. Estive sim, às 7h, da manhã, no local indicado para montagem do Pixuleco. Compareci para ajudar na orientação do posicionamento do boneco, E o fiz, convidado pelos organizadores. Dada a colaboração, me retirei e precisamente às 8h, adentrei ao meu posto de trabalho na Alep.
Ainda em seu pronunciamento, o deputado estadual Maurício Thadeu Quarengui de Mello, após pedir minha demissão, me deixou estarrecido ao dizer que eu “mancho” os locais por onde passo. Vou instar judicialmente, o jovem deputado, a mostrar em minha trajetória de agente público, uma única improbidade que eu tenha cometido.
Inclua-se nisso,os 25 anos em que trabalhei junto com o seu o pai, Roberto Requião de Mello e Silva. Como é sabido, me desliguei politicamente da família Requião por não concordar com a imposição da candidatura de Rafael Greca à prefeitura de Curitiba.

É medo do Pixuleco
Minha posição a favor do impeachment da presidente da República é firme, porém singela. Sou apenas mais do mar de brasileiros (as) que milita para ver a Dilma fora do governo que permitiu que a corrupção chegasse aos níveis a que chegou. O que chamou a atenção da cidade, foi a enorme adesão popular ao Pixuleco. Pessoas de todas as idades acorreram à alegoria para selfies efotografias. Isso incomoda os que caminham na contra mão da história.

P.S. – E falando na família Requião, seria oportuno que o ex-governador explicasse o aditivo secreto que ele assinou, durante a sua gestão, com a concessionária de pedágio Cataratas, liberando a mesma, de vários compromissos contratuais.

 

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Um comentário

  1. Carlos Marques

    Pelo que li do sr. Doático na internet, ele foi um petista radical, depois um fiel seguidor do governador Requião e agora se transformou um pau pra toda obra do governador Beto Richa. Quer dizer, o sr. Doático gosta mesmo é de estar dentro do governo, qualquer que seja ele. Deve ser um dos privilegiadíssimos comissionados do governo Beto Richa. Quanto à preocupação do sr. Doático com a corrupção na política, será que ele sabe que, no PR, o governo mais envolvido com a corrupção é o governo a que ele serve caninamente?

  2. Campos

    Requião, deixe o tiozinho sossegado. Ele só estava trabalhando, quer dizer, colaborando. Os organizadores do evento o convidaram só pra orientar o posicionamento do boneco. Se o tiozinho não fosse lá, os organizadores iam ficar andando com o boneco pra baixo e pra cima sem saber onde colocá-lo, não é mesmo? Se não fosse gente do governo tucano, os organizadores não saberiam o que fazer. Os organizadores só sabem colocar na cadeia gente que nem está sendo julgada, petista claro. Pelo menos sabemos que existem pontos de ligação entre esses “organizadores” e o impoluto governo Richa. Ainda bem que os paranaenses têm um governo honestíssimo para defender a ética nos negócios públicos.

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