Veja a Nota Oficial da Anatel sobre a Sercomtel

Em sua 832ª Reunião, realizada nesta data, o Conselho Diretor da Agencia Nacional de Telecomunicações – Anatel deliberou, por maioria, no âmbito de processo de acompanhamento econômico-financeiro especial, a adoção de novas medidas em relação à Sercomtel S/A Telecomunicações, na sequência do monitoramento em curso desde 2012.

A partir de informações coletadas e análises elaboradas pelas áreas técnicas da Agência, identificou-se cenário econômico-financeiro de notável complexidade, o qual denota a necessidade de soluções de curto prazo para a manutenção da prestação dos serviços de telecomunicações pela empresa, especialmente do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC), operado mediante concessão, em regime público.

Com fundamento no voto do relator da matéria, conselheiro Igor de Freitas, foi decidida a instauração de processos para a apuração, em caráter definitivo, da capacidade econômico-financeira de a Sercomtel cumprir sua obrigação, como concessionária, de prestar o STFC de forma contínua, bem como de prestar o Serviço Móvel Pessoal (SMP) e de Comunicação Multimídia (SCM), de modo a atender à regulamentação setorial. Deverá ser decidida, ao final, a continuidade ou a extinção de suas outorgas, precedida de procedimento administrativo instaurado pela Agência, em que se assegure a ampla defesa da concessionária. Ao longo desses processos, restará garantida à prestadora a oportunidade de demonstrar uma eventual alteração de seu quadro financeiro.

Além dessa medida, aprovaram-se restrições mais rígidas quanto à alienação e oneração dos bens móveis e imóveis do patrimônio da Sercomtel. Em paralelo, criou-se grupo interno para avaliar e propor ações complementares, que se façam necessárias para garantia dos direitos dos usuários dos serviços por ela prestados.

A atuação da Agência tem como objetivo cumprir sua missão institucional, intervindo de forma tempestiva para reduzir riscos de descontinuidade ou de deterioração dos serviços prestados pela Sercomtel.

Os conselheiros Leonardo de Morais e Aníbal Diniz foram vencidos parcialmente quanto às medidas propostas pelo relator. Acompanharam o relator o presidente do Conselho Diretor Juarez Quadros e o conselheiro Otavio Rodrigues.

Brasília, DF, 24 de agosto de 2017.

6 thoughts on “Veja a Nota Oficial da Anatel sobre a Sercomtel

  • 24/08/2017, 22:55 em 22:55
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    Esquisito esta situação pois o ex prefeito face anda alardeando que deixou a Sercomtel em situação tranquila o que não parece ser verdade. Alias muitas coisas que são ventiladas como realizações nada existem .Foi mias uma infeliz experiencia que tivemos na ultima administração , pois alem de ter feito nada ainda deixou a prefeitura quebradinha. QUE PENA PARA A NOSSA SOFRIDA CIDADE.

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    • 25/08/2017, 16:23 em 16:23
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      Quebradinha nossa cidade esta ficando com atual prefeito, estamos chegando ao fim de 2017 e prefeito somente chora, agora esta do SERCOMTEL, estão criando dificuldades para dar de presente nossa companhia, eita saudades das centenas de obras da administração passada, todo dia que abria noticiário tinha uma obra começando em nossa cidade de LONDRINA, agora quando abrimos noticiário somente noticias ruins como esta do sercomtel.

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      • 25/08/2017, 19:03 em 19:03
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        Este aspone do ex prefeito gostaria que informasse o que foi feito na antiga e incompetente adminIstraçao com exceção da criação do IMPOSTO TUMULO. Qual empresa veio para Londrina? O que sem dúvida sob fazer foi um grande conchavo com o legislativo isto realmente foi o seu mérito

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    • 25/08/2017, 20:16 em 20:16
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      É que o Belinati deixou a Sercomtel em uma situação complicada………
      Lembra do tal do Tio Bila?

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  • 25/08/2017, 10:57 em 10:57
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    A inviabilidade da Sercomtel é visível há muito tempo. Visões “apaixonadas” que fingiam não ver a real situação, enxergando a empresa ainda sob a ótica da Sercomtel monopólio. Não precisa ser um perito em análise financeira pra ver os relatórios e saber o tamanho do buraco. A empresa, mesmo no ano do “mágico” lucro do C Schneider, teve prejuízo operacional (ou seja, considerando tudo o que vendeu, menos o custo dos serviços prestados, SEM CONSIDERAR DESPESAS FINANCEIRAS, TRIBUTÁRIAS, JUDICIAIS… já estava com prejuízo).
    A culpa, evidente, é fácil de ver. Desde seu início, uma empresa administrada por indicações políticas, sem o menor compromisso em indicar alguém (gerente, diretor, presidente) com o mínimo de conhecimento da área que se estava assumindo – apenas critério político (Inclusive, na gestão Schneider, indicação do Kireeff, foi uma das que mais teve indicações e criações de cargos políticos, pra quem ajudou na campanha da esposa dele à deputada, por exemplo).
    Não há de se excluir a culpa de alguns funcionários também, principalmente em setores chave da empresa, que não buscaram se atualizar. São alguns, mas que muitas vezes desempenhavam atividades cruciais, a exemplo do pessoal que pensava os SERVIÇOS A SEREM VENDIDOS, que até hoje bolam super planos milagrosos para salvar a empresa, empurrando 1000 minutos de ligação de fixo para fixo (quem usa fixo ainda?).
    Enfim… o fim!

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  • 27/08/2017, 08:36 em 08:36
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    O plano, cadê o plano? Mostrem o plano, o plano dos planos! Queremos urgentemente saber do plano, dar sugestões para o plano! Queremos melhorar o plano!

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