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Cláudio Osti

Novo impasse entre as empresas de transporte coletivo e a prefeitura de Londrina

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A queda de braço entre as empresas de transporte coletivo e a Companhia Municipal de Transportes e Urbanização de Londrina (CMTU) pode provocar uma greve no sistema.

A RPC TV produziu uma matéria mostrando que as duas empresas que operam o transporte urbano da cidade, TCGL e LondriSul, deixaram de recolher a taxa de administração do sistema para a CMTU. O valor é em torno de 1 milhão por mês.

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No começo de outubro, aqui neste portal, informamos que os repasses do subsidio enviados às empresas para custear parte da tarifa estavam atrasados e já chegavam a R$ 20 milhões. (veja aqui)

Só a Londrisul, referente aos pagamentos semanais do subsídio que estão atrasados desde 14 de agosto até o momento já somam R$ 8.068 milhões.

Em conversa com dirigente de uma das empresas foi relatado que não demoraria para o sistema degringolar. Agora as empresas protocolaram um pedido na CMTU para não mais repassar o valor da taxa de administração até que a questão do subsidio seja resolvido.

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Há já um burburinho de que pode ocorrer atraso nos salários e que isso pode gerar uma greve dos motoristas.

A última greve da categoria foi em março de 2022.

 

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