Bola na marca da cal.
O artilheiro do time Londrina ajeita a pelota. Não toma qualquer distância. O goleiro do Operário, que possivelmente havia visto o jogador Maceió tomar a mesma atitude semanas atrás numa disputa de pênalti, entre a Portuguesa e o Corinthians, que valia a classificação para a fase seguinte do Paulista, redobra a atenção e não se mexe. Na decisão em São Paulo, o juiz apitou e Maceió, parado ao lado da bola, ato contínuo nem respirou e surpreendeu o goleiro Hugo que possivelmente imaginava que ele tomaria distância para cobrar a penalidade. Bateu com força e guardou no fundo da rede.
Iago Teles tentou o mesmo lance. Porém já não era mais novidade. O goleiro Wágner previu a jogada. A batida veio no microssegundo após o apito. Não com tanta força. O goleiro Wágner caiu e pegou a bola chutada por Iago Teles. Começava aí o desfecho de uma tarde desastrosa para o Londrina. (leia a crônica completa no VEC)






3 comentários
https://www.umdoisesportes.com.br/colunas-e-blogs/augusto-mafuz/londrina-chora-injustica-operario-bicampeao-paranaense/
Decidindo o Estadual, Londrina e Operário, em duas partidas, jogaram 190 minutos sem fazer gols. Se jogassem outro tanto, não fariam.
De futebol bucólico, na calada da tarde, em uma fazenda, entre peões, não seria pior.
O que decide um jogo e um campeonato não são as virtudes, mas os erros.
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https://www.umdoisesportes.com.br/colunas-e-blogs/carneiro-neto/operario-consagra-rica-historia-bicampeonato-paranaense/
LagonTeles conseguiu a façanha de errar o primeiro pênalti como se fosse um tutorial de como não cobrar.
Cena digna de déjà vu, igualzinho ao Rodrygo na Copa passada, que mandou a Seleção Canarinho direto pro voo de volta contra a Croácia.
Parece até tradição brasileira transformar penalidade em drama.
Sim…concordo…que o futebol”(…) é o esporte mais emocionante do mundo, não prima pela lógica e tem o péssimo hábito de derrubar favoritos, de confirmar sempre que a imprevisibilidade é a sua principal arma para garantir a emoção (…)”, quanto a isso apenas serve para reaformiar do porque esse esporte é apaixonante.
O que não tem explicação (e lá se vai muito tempo/anos…) é o descaso e a desorganização habitual do Estadio do Café…preços abusivos em contraste com o serviço que é oferecido em termos de Estádio…banheiro horrível, filas intermináveis para comprar um simples copo de água…crianças e pessoas no sol passando mal…e depois quando o jogo terminou os torcedores das arquibancadas, debaixo de uma forte chuva ficaram todos aglomerados, afunliados não conseguindo sair do local….uma lástima. Isso sempre foi assim…e ninguém fala nada.