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quinta-feira, 29 de outubro de 2026
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Infidelidade partidária à solta

Por Cláudio Osti
Infidelidade partidária à solta

Mais de 100 dos 513 parlamentares mudaram de legenda na “janela da traição” que terminou nesta sexta-feira. O número que pode crescer ainda mais já que os partidos não são obrigados a informar as trocas imediatamente nem à Câmara nem à Justiça Eleitoral.

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Cláudio Osti
Cláudio Osti

Jornalista e editor do Paçoca com Cebola. Cobre a política de Londrina e do Paraná.

Sobre o editor
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1 comentário

  • A maioria absoluta dos políticos que trocam de partido são traidores de seus eleitores e vulgares oportunistas à procura de vantagens pessoais. Assim partidos como o do Bolsonaro e de Ratinho cresceram nesta “janela da traição”. Se os dois caciques perdem as eleições, há uma debandada geral desses partidos. Mas o maior exemplo de traição a partido foi dado pelo candidato ou ex-candidato Sérgio Moro. Mudou de partido depois do Podemos ter gasto entre dois e três milhões de reais em sua pré-campanha. Traição gera notícia, o traidor vira bactéria repugnante.

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