Assembleia Legislativa do Paraná recebe o pedido de impeachment do governador Beto Richa

A Assembleia Legislativa do Paraná recebeu agora a tarde um pedido para que a Casa abra um processo de cassação do mandato do governador, o famoso impeachment.

Assinam o documento Bernardo Pilloto – ex-candidato ao governo pelo Psol -professores e alunos. O documento foca no “massacre” acontecido no dia 29 de abril quando mais de duzentas pessoas ficaram feridas durante o confronto com a Polícia Militar ao tentarem entrar na Assembleia Legislativa para acompanhar a votação do projeto de lei da ParanáPrevidência.

Segundo Pilloto o episódio do dia 29 é mais do que suficiente para que o governador tenha o mandato cassado.impea

 

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Mais políticos recebiam dinheiro da propina para campanhas, diz advogado do delator

O advogado Eduardo Duarte Ferreira, que defende o enroladaço auditor fiscal Luiz Antônio de Souza, em entrevista à CBN Londrina há poucos instantes, disse que havia um esquema para distribuir dinheiro para algumas campanhas eleitorais, além da campanha do governador Beto Richa.

Ele não citou nomes, mas disse que o auditor dará os nomes dos beneficiados nos próximos dias.

 

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Sindicatos comunicam Sanepar sobre rejeição da proposta e cobram avanços

Da Assessoria

Os 12 Sindicatos que representam os trabalhadores e trabalhadoras de diversas áreas profissionais da Sanepar protocolaram ontem (11/05), na sede da empresa, em Curitiba, ofício comunicando a decisão tomada por ampla maioria nas Assembleias de rejeitar a proposta de acordo apresentada pela diretoria.

No documento, as entidades solicitam que a Sanepar apresente, até sexta-feira (15/05), uma proposta que atenda os anseios, caso contrário, a partir de segunda-feira ocorrerão paralisações nos serviços para demonstrar insatisfação com a presente situação e pressionar o atendimento das reivindicações da Campanha Salarial 2015.

Na base territorial do Sindael, a proposta da empresa foi rejeitada por 96,46% dos trabalhadores e trabalhadoras presentes na Assembleia realizada pela entidade nas cidades polo da Região. Do total de 254 participantes, apenas 3,54% votaram favoravelmente à aceitação dos termos oferecidos pela Sanepar.

Moção de Repúdio

Aprovada na Assembleia do Sindael em Londrina, também foi protocolado junto à empresa uma Moção de Repúdio à contratação de assessores e consultores estratégicos pela diretoria da Sanepar, que sequer passaram por concurso público e ganham salários bem acima dos trabalhadores de carreira.

“Essa atitude causa revolta, indignação e vergonha. Afinal, são salários pagos pela população, que, todos os meses, honra suas contas de água e esgoto”, diz a Moção.

Segundo o presidente do Sindael, Alexandre Schmerega Filho, este documento expressa o sentimento de revolta manifestado pelos trabalhadores e trabalhadoras da Sanepar com a forma como a empresa sem sido usada pelo governador Beto Richa (PSDB).

“Não podemos aceitar a resposta de que não há dinheiro para atender nossas reivindicações quando vemos denúncias na imprensa da contratação de dezenas de consultores chamados de estratégicos, mas que nunca pisaram na empresa. Sem falar nos banquetes oferecidos a deputados que votaram favoravelmente ao governador por terem votado favoravelmente a projetos espúrios”, critica Alexandre.

Ele lembra que os mais de 40 comissionados contratados com altos salários geram um custo de cerca de meio milhão de reais por mês aos cofres da companhia.

Por essas e outras irregularidades e distorções existentes na política de RH da Sanepar o presidente do Sindael afirma que não é possível aceitar a proposta apresentada pela empresa. “Temos que dar um basta em tudo isso e também no arrocho salarial e cobrar da diretoria da Sanepar a valorização do seu corpo de pessoal, que é o responsável pelos excelentes resultados e o atendimento prestado no dia dia aos paranaenses”, ressalta.

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Francischini não é mais Secretário de Segurança do Paraná

O secretário de Segurança Pública do Paraná, Fernando Francischini, acaba de deixar a função. No lugar dele assume o delegado da Polícia Federal Wágner Mesquita de Oliveira.

As primeiras informações são de que Francischini não aguentou a artilharia pesada contra ele. Ontem, durante reunião do conselho de crise do governo Richa, a discussão era em torno do nome de Francischini. A manutenção dele no cargo agravaria ainda mais a crise entre o governo e os servidores públicos.

Se não pedisse demissão, seria demitido.

Com a saída de Francischini o governo Richa espera acalmar não só os servidores e abrir um canal de diálogo, mas também dar uma resposta aos policiais que não viam mais em Francischini um líder e não concordavam em permanecer sob seu comando.

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Governo deve anunciar a tarde a exoneração do secretário da (In) Segurança, Fernando Francischini

Não é oficial, mas fontes do Palácio Iguaçu acabam de confirmar que o Secretário de (In)Segurança do Paraná, o deputado Federal Fernando Francischini, dançou.

À tarde deve ser confirmada a sua saída da Secretaria.

Francischini, que de Batman virou um mero Pinguin, não aguentou o desgaste provocado pela desgraceira ocorrida em 29 de abril quando 213 pessoas ficaram feridas durante o confronto entre a PM e servidores em Curitiba.

Depois de um silêncio sem precedentes para quem é tão falante, Francischini organizou uma coletiva e tirou o dele da reta olimpicamente. Jogou toda a culpa na PM e no seu comandante, Cesar Kogut.

As declarações de Francischini, que vinha sendo odiado pelos professores estaduais, servidores e demais paranaenses pela desastrada operação em Curitiba, arrebentaram com o humor da tropa. Nos quartéis os policiais estavam putos da vida com a tirada da reta do Secretário.

A saída dele vai ajudar a reduzir a pressão em cima do governo e, quem sabe, abrir um novo canal de diálogo.

 

 

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IPVA do Paraná será discutido no Supremo Tribunal Federal

Da Assessoria

glOs senadores Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB), junto com os deputados federais Enio Verri (PT), Zeca Dirceu (PT) e Aliel Machado (PCdoB), e o deputado estadual Nereu Moura (PMDB), se reuniram na noite desta terça-feira (7) com o ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, para pedir apoio a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra o reajuste de 40% na alíquota do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) no Paraná. Mello é o relator da matéria no STF.
A Ação foi ajuizada pelos diretórios nacionais do PT e do PCdoB no dia 24 de março. Os partidos pedem que seja declarada a inconstitucionalidade da lei que aumenta o IPVA tendo em vista que o governo Beto Richa (PSDB) alterou o fato gerador do imposto de 1º de janeiro para 1º de abril. O Paraná é o único Estado do Brasil onde o fato gerador do IPVA não é 1º de janeiro.   (mais…)

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Hussein, o homem escalado para moer Requião

E o deputado estadual Hussein Bakri (PSC) é o cara escalado para moer o Senador Roberto Requião de Mello e Silva. Desde o início do ano ele já entrou em várias divididas com o Senador, em defesa do governo Richa. Na segunda-feira ele questionou sobre as denúncias referentes a fraudes em licitação de oficinas no período de de 2004 a 2010, época dos dois governos de Roberto Requião (PMDB). Segundo denúncia do Ministério Público, essas fraudes teriam levado uma ofic

foto do Bem Paraná

ina a vencer sete concorrências seguidas para manutenção de veículos oficiais, mesmo sem poder oferecer o serviço. Entre outras irregularidades, está ainda a falta de publicidade correta dos atos de licitação.
O MP calcula o prejuízo na época em R$ 16,2 milhões. Corrigido, o valor chega a mais de R$ 20 milhões perdidos pelos cofres públicos . “Foi um caso muito grave, vinte vezes mais grave que o atual! Qual foi o resultado dessas denúncias?”, questionou Bakri. “Deu CPI, deu prisões?”.
Entre os investigados está a ex-secretária da Administração, Maria Marta Lunardon. De acordo com a investigação, há 27 envolvidos, entre eles o próprio governo do estado, um delegado, cinco policiais militares, funcionários do Departamento do Transporte Oficial (Deto). Na época, ninguém foi preso.

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A truculência como estratégia de governo?

Oh mai Godi!
Clint Eastwood está fazendo escola pelo mundo.

Ainda é cedo para avaliar o trabalho do secretário de Segurança Pública do Paraná Fernando Francischini. Mas já dá para dar para ele o título de “Sem Noção” do ano e olhe que só estamos em janeiro.

Francischini, versão fake de Eastwood – astro de filmes como “Por um Punhado de Dólares”, Os Imperdoáveis”, “Grand Torino”, e o truculento policial “Harry Callahan, mais conhecido como Dirty Harry” –   apareceu no programa Tribuna da Massa com uma pistola no cinto e uma insignia, como se fosse para uma guerra.

Talvez seja esta a imagem que o governo do Paraná quer passar para o Brasil. A imagem de um estado onde secretários andam armados e a truculência seja uma estratégia de governo.

 

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