
Hoje de manhã este prestimoso portal postou uma carta do Podemos acusando um de seus filiados de estar provocando uma rebelião no partido. Estaria o cidadão convocando os candidatos a abandonarem suas candidaturas. A direção do partido diz que vai tomar as providências judiciais cabíveis etc.
Mas, o que estaria acontecendo na sigla que um dia já foi comandada pelo grupo de Álvaro Dias e foi tomada pela família Francischini?
Ao fuçar no site Divulgacand, do Tribunal Superior Eleitoral, este portal que é mais curioso do que gato de rua, encontrou alguns motivos para a rebelião.
Vamos lá. A presidente do Podemos é Lu Bonatto, candidata a deputada estadual e mãe do deputado federal Felipe Francischini que concorre à reeleição.
Até a data de hoje (14/9), segundo o divulgacand, Lu Bonatto recebeu do fundo partidário R$ 1.120 milhão para sua campanha. O valor só é menor do que o recebido pelo deputado estadual Do Carmo, R$ 1.250 milhão, quase o teto de gastos permitidos nesta eleição para deputado estadual.
Entre as mulheres candidatas, cinco delas – Adriana Carvalho, Waldirene, Cinthia, Cris e Miriam – receberam R$ 15 mil cada. Três não receberam qualquer centavo – Cilene, Michele e Professora Inês. Silvana recebeu R$ 140,00 dinheiro que não dá para encher o tanque de um Fiat Uno.
A generosidade só bateu à porta de Fabiana Parra, que recebeu R$ 349 mil.
As demais candidatas receberam entre muito pouco e uma merreca.
O valor recebido por Lu Bonatto é mais do que o dobro de todas as outras candidatas somadas.
Talvez seja este o principal motivo do descontentamento geral e irrestrito no Podemos.
E os candidatos homens?
O setor masculino também não está satisfeito. Veja o caso do jornalista e ex-vereador de Curitiba, Herivelto Oliveira. No divulgacand de hoje aparece apenas o valor de R$ 50 mil.
O Jornalista Ogier Buch, R$ 27.980. O vereador de Cambé, Lucas Mil Grau, R$ 88.330 mil. E por aí vai.














