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Cláudio Osti

Durval Amaral, de novo! Isso não para nunca?

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O Conselheiro do Tribunal de Contas do Paraná, Durval Amaral, começou sua carreira política em Cambé. Foi secretário municipal. Depois disso ocupou cargos políticos em diversos governos, elegeu-se deputado estadual e nunca mais parou.

Desde a década de 90, nos rolos do Banestado, que faliu e foi vendido a preço de banana, o nome de Durval Amaral é citado nas rodas políticas como beneficiário de esquemas, caixa dois etc.

Ficou rico. Sempre foi parceiro dos governos do momento e ganhou como prêmio um cargo vitalício de conselheiro do Tribunal de Contas.

Para dar continuidade à dinastia, conseguiu para o filho Tiago um cargo na assessoria da Secretaria de Desenvolvimento Urbano. Através dele, viajava pelos municípios do Paraná entregando verbas da Secretaria e formando uma base eleitoral.

Fez uma campanha considerada milionária pelos adversários.

Depois de assumir o cargo de deputado, Tiago foi acusado de envolvimento na Operação Publicano, sendo emissário do pagamento de propina de empresários para fiscais da Receita.

Agora mais uma denúncia. Ele é citado, junto com o pai Durval, os deputados Traiano e Plauto Miró, além do governador Beto Richa, como beneficiário dos desvios de recursos apurados na Operação Quadro Negro.

Até quando isso?

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1 comentário

  • Sergio Silvestre

    Tem que algemar pai e filho e a cegonha que os trouxe ao mundo,eita cambada da ratos.

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