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Editor:
Cláudio Osti

E no bosque central, as pombas vencem todo dia

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Quem vê a deterioração do Bosque Marechal Cândido Rondon na área central de Londrina lembra da época em que o terminal urbano de ônibus da antiga VUL (Viação Urbana Londrinense da família Lopes, depois TCGL) movimentava aquela região.
Eram plataformas de embarque e desembarque que separavam os dois quarteirões de mata e que ainda continha um aviário e a jaula com antas e macacos.
Dali para o abandono contínuo foi um passo acelerado.

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Desde a década de 2000 a prefeitura de Londrina tenta encontrar geniais soluções para enfrentar o pouso de milhares de pombas (amargosas, fogo-apagou ou rolinhas) e a latrina diária.
Um plano mirabolante incluiu corte de árvores e até vegetação rasteira foram cortadas para tentar diminuir o pouso das amargosas.
Evidente que não deu certo e só o Bosque perdeu, como também os repelentes ou outras premiadas ideias – https://shre.ink/toSK
Por quanto tempo Londrina conviverá com a latrina dos pombos.
As fotos mostram a limpeza nessa segunda e as árvores mortas que não foram retiradas e nem substituídas por outras espécies florestais.

E no bosque central, as pombas vencem todo dia

E do lado da Catedral as murtas que são proibidas por serem hospedeiras da doença greening que assolam os laranjais ainda não foram erradicadas.

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