Empresa de “Lulinha”, filho de Lula, é um dos alvos

com O Globo

Na operação de hoje um dos alvos principais é a empresa do filho do ex-presidente Lula, Fábio Luiz Lula da Silva, conhecido como Lulinha, A PF e o Ministério Público Federal (MPF) investigam pagamentos suspeitos de R$ 132 milhões da Oi para empresas dele. do ex-presidente Lula, Fabio Luis Lula da Silva, o Lulinha.

De acordo com o Ministério Público Federal, tais pagamentos foram realizados sem justificativa econômica plausível enquanto o grupo Oi/Telemar foi beneficiado por diversos atos praticados pelo Governo Federal.

Contratos e notas fiscais colhidas pela operação, além da quebra de sigilo bancário e fiscal que demonstrariam que as empresas do grupo Oi/Telemar contrataram as empresas de Lulinha sem cotação de preços e com pagamentos acima dos valores contratados e praticados no mercado, bem como teriam realizado pagamentos por serviços não executados.

“Entre 2005 e 2016 o grupo Oi/Telemar foi responsável por 74% dos recebimentos da Gamecorp”, afirma o MPF, citando uma das empresas de Lulinha.

O empresário Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva Foto: Greg Salibian / Folhapress / 31-5-2010
O empresário Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva Foto: Greg Salibian / Folhapress / 31-5-2010

Fabio Luis Lula da Silva é sócio de Fernando Bittar, Kalil Bittar e Jonas Suassuna em pelo menos nove empresas. Fernando Bittar e Jonas Suassuna também aparecem como proprietários do sítio de Atibaia, que levou à condenação do ex-presidente Lula a 17 anos, um mês e dez dias de prisão pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

De acordo com a Lava-Jato, as evidências apontam que os serviços contratados pelo grpo econômico foram contratados em patamares ínfimos ou sequer foram prestados.

“O montante dos repasses apurado até o momento chega a R$ 193 milhões, ocorridos entre 2005 e 2016”, afirma a Polícia Federal.

Segundo o MPF, o grupo Oi/Telemar teria sido beneficiado pelo Governo Federal em algumas decisões políticas e administrativas.

Além dos pagamentos para empresas ligadas ao filho do ex-presidente Lula, a Lava-Jato também apura pagamentos para a RT Serviços Especializados, empresa que teria sido utilziada para o custeio de despesas do ex-ministro José Dirceu.

Além da Oi, os investigadores também apuram indícios de irregularidades da empresa Vivo. Dados bancários indicam o pagamento de R$ 40 milhões de uma das empresas do grupo.

A operação foi batizada d e “Mapa da Mina”, em razão de um arquivo eletrõnico de apresentação financeira interno da empresa encontrado durante a deflagração da 24ª fase da Operação.

Os mandados expedidos pela 13ª Vara Federal, em Curitiba, estão sendo cumpridos em São Paulo e no Rio de Janeiro.

8 comentários em “Empresa de “Lulinha”, filho de Lula, é um dos alvos

  • 10/12/2019, 11:08 em 11:08
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    Lá vai o reverendo Dallagnol e sua patota na caça ao Lula. Tá na cara que vai atrás do filho para atingir o pai. O problema é o “jornalismo” mequetrefe a serviço da lava jato. Diz a “notícia” que o grupo OI/Telemar foi beneficiado por decisões políticas e administrativas do governo federal (Lula, lógico) mas o “jornalista” não relaciona uma única dessas decisões. Falando em Lula, Dilma e Lula foram inocentados pela Justiça no caso do “quadrilhão do PT”. É claro que essa notícia foi completamente ignorada por este blog. Quá! Quá! Quá!

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  • 10/12/2019, 20:17 em 20:17
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    Operação com cara de vingancinha medíocre e torpe. E quem são os vingadores? Fácil identificar: a PF do Moro (que chegou a pedir a prisão do Lulinha mas nem o MP e a juíza morista tiveram coragem de atender) e a Lava Jato.

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  • 11/12/2019, 10:51 em 10:51
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    O sítio “do Lula” fica em Curitiba? A sede da empresa do Lulinha fica em Curitiba? A Oi/Telemar tem sede em Curitiba? Nem mesmo os sócios do Lulinha moram no Batel! Ainda que houvesse fortes suspeitas de crime no caso, ele NUNCA seria investigado ou julgado em Curitiba. Pura palhaçada da Lava Jato para enganar trouxas e fornecer matéria fétida para a mídia antipetista.

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  • 11/12/2019, 16:33 em 16:33
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    Sr SATA, dá uma lidinha neste fio da meada, que foi reportagem de vários veículos de comunicação:

    “OPERAÇÃO MAPA DA MINA”

    Segundo o Ministério Público Federal, os pagamentos foram efetuados entre 2004 e 2016 e são superiores a R$ 132 milhões. A Procuradoria aponta que parte desses recursos teria sido usada para compra do sítio de Atibaia, no interior de São Paulo pivô da maior condenação da Lava Jato já imposta ao ex-presidente Lula, 17 anos 1 mês e 10 dias de prisão. O petista recorre em liberdade.

    A Lava Jato investiga ainda ‘indícios de irregularidades no relacionamento’ entre a Gamecorp/Gol e a Vivo/Telefônica no âmbito do projeto ‘Nuvem de Livros’. A Procuradoria identificou movimentação de R$ 40 milhões entre a Movile Internet Móvel, empresa do grupo Telefonica/Vivo, e a Editora Gol entre 15 de janeiro de 2014 e 18 de janeiro de 2016.

    A fase 24 da Lava Jato, Operação Aletheia, foi deflagrada em março de 2016, e levou coercitivamente o ex-presidente Lula para depor em uma sala no Aeroporto de Congonhas. A PF, na ocasião, fez buscas no apartamento residencial de Lula em São Bernardo do Campo, e em outros endereços ligados a ele. Nessas buscas, os federais acharam o o que consideram o ‘mapa da mina’.

    De acordo com a Lava Jato, paralelamente aos repasses para o grupo Gamecorp/Gol, a Oi/Telemar foi ‘beneficiada’ pelo governo federal com decisões políticas e administrativas no setor de telecomunicações – ‘a exemplo do Decreto nº 6.654/2008, assinado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que permitiu a operação de aquisição da Brasil Telecom pelo grupo Oi/Telemar’.

    Os investigadores dizem ainda que há evidências de que a Oi/Telemar também foi beneficiada pela nomeação de conselheiro da Anatel.

    A ‘Mapa da Mina’ apura ainda suspeitas sobre repasses efetuados pelo grupo Oi/Telemar para a empresa R.T Serviços Especializados, a qual foi utilizada para o custeio de diversas despesas do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e de pessoas a ele relacionadas. “Evidências apontam que José Dirceu também participou ativamente de interlocuções em favor do grupo Oi/Telemar com o Governo Federal”, destacam os procuradores.

    Ou tudo isso é mentira, e realmente, este outro vagabundo é o verdadeiro “RONALDINHO (FENOMENO) DOS NEGÓCIOS” , como declarou o seu papai, o maior corrupto da história deste pais. Nada mal para um empregado de Zoológico que catava bosta de animais.

    Entendeu ou quer que de faça um desenho? kkkkkkkkkkkkkk

    Leia mais Sr SATA, não leia apenas o que lhe interessa.

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    • 12/12/2019, 12:35 em 12:35
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      Sr. Lu Fla, não leia apenas a versão do MPF ou da lava jato, que é essa que a mídia divulgou exaustivamente. Analise a denúncia dentro de um contexto mais amplo, principalmente dentro do contexto político. O pedido de prisão do Lulinha feito pela Polícia Federal controlada pelo Moro chegou a um nível de aberração (perseguição mesmo) que nem o MP e a juíza (fã declarada de Moro) tiveram coragem de aceitar.

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  • 12/12/2019, 12:18 em 12:18
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    Sata apenas exercendo suas funções de gado petista…………..
    O cara que pagou propina confirma que pagou, o cara que intermediou confirma que intermediou a propina, confirmam sitio, apartamento, depósitos, antenas da OI só pra atender o sitio, bens pessoais no local, projetos, depoimentos, um zilhão de provas mas o cara que recebeu diz que não, aí ele, Sata, sai por ai gritando LULA LIVRE…….. total idiota.

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  • 13/12/2019, 11:24 em 11:24
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    Mais alguma dúvida Sr Sata? kkkkkkkkkkkkkkkk

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  • 13/12/2019, 17:18 em 17:18
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    Os advogados de Lulinha apresentaram hoje à tarde um pedido de habeas corpus solicitando a anulação da decisão que determinou a deflagração da 69ª fase da Lava Jato, registra O Globo.

    Batizada de Mapa da Mina, essa fase da operação investigou os pagamentos da Oi a empresas ligadas ao filho de Lula e a seus sócios enquanto o governo do PT mudava regras no setor de telecomunicações, beneficiando a companhia.

    A defesa de Lulinha ainda alegou que a Justiça Federal do Paraná não poderia julgar o caso e pediu o envio do processo para a Justiça de São Paulo.

    O pedido será julgado pelo TRF-4.

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