Setor de gastronomia e entretenimento precisa se reinventar

por Fábio Aguayo

O setor de gastronomia e entretenimento está com uma das melhores expectativas para o final do ano. Todos os envolvidos estão empolgados com as mudanças que virão a partir de 2020. Já no segundo semestre teremos os resultados do crescimento econômico somado aos impactos da reforma da Previdência e a Tributária, que deverá sair ano que vem. (mais…)

O que se salva do governo tem DNA tucano

Por Bruno Araújo

Nada como reforçar uma história verdadeira para colocar as coisas no lugar e desmascarar incongruências reiteradamente ditas pelo ministro da economia Paulo Guedes. (mais…)

Por quê a sociedade precisa custear esses tribunais que são apenas homologatórios?

Por Ronaldo Neves

No julgamento emblemático pelo Supremo Tribunal Federal quanto à imediata prisão do réu face ao julgamento condenatório pelo segundo grau de jurisdição, chamou atenção a afirmação do Ministro Luis Roberto Barroso no seu voto, que menos de 1% dos recursos criminais extraordinários levados àquela Corte Final de Justiça são providos. (mais…)

Mais luz: mais vida e mais segurança nas ruas

Por Marcelino Jr

“Faça-se a luz! E a luz foi feita. Deus viu que a luz era boa, e separou a luz das trevas.” Gênesis

A iluminação pública é essencial à qualidade de vida dos centros urbanos, pois se presta como instrumento de cidadania e permite aos habitantes desfrutarem, plenamente, do espaço público.
A necessidade de iluminação pública se dá pelo bem-estar dos cidadãos: por conta de atividades profissionais, estudantis e de lazer noturnas, uma camada da população tende a transitar regularmente pelas ruas durante a noite.
E há outro viés importantíssimo: apoiando-se numa iluminação pública eficiente que cubra pontos significativos da cidade, é possível dizer que a sensação de segurança é muito maior que apenas um instinto, uma vez que a diminuição dos índices de criminalidade pode ser considerada uma consequência disso. Basta lembrar, por exemplo, que homicídios, furtos, assaltos à mão armada, os pontos de venda de drogas e até os casos de estupro desfrutam de uma iluminação pública obstruída ou obtusa. (mais…)

A quem sempre lhe deu a mão…

Por Adriano Santiago/do VEC

O samba composto por Jorge Aragão e famoso na voz de Beth Carvalho serve de tema para a relação entre torcida e o gestor do Londrina

“Os três mil de sempre”, torcida que acompanha o Londrina em qualquer divisão. (Foto: Gustavo Oliveira/LEC)

– O povo mal agradecido! – ou – É uma vergonha! -. Quantas vezes o torcedor alviceleste ouviu este lamento no decorrer da parceria com a SM Sports. Há de se reconhecer os méritos de Sérgio Malucelli, cumprindo a promessa levar o Londrina de volta a Série B do Brasileirão.(leia mais)

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O que fazer com a corrupção?

Via Contraponto

(por Joaquim Falcão*) – Importante gaúcho e respeitado ministro aposentado do Supremo contou-me esta história. Talvez possa trazer alguma luz ao debate sobre a Lava-Jato. O Supremo julgava um traficante de drogas. Preso com 30 ou mais quilos de cocaína. Não lembro bem. Uma enormidade. Na apreensão, ou durante o processo, uma autoridade teria cometido ato duvidoso diante da lei. A defesa argumentou ofensa ao princípio de devido processo legal. Donde, in dubio pro reo. O debate no Supremo caminhava rotineiramente para a soltura e absolvição do traficante preso. Quando, surpresa, um ministro perguntou a seus colegas: “E a cocaína? O que fazemos com os mais de 30 quilos apreendidos?” Se não houve crime, há que se devolvê-la a seu legítimo proprietário: o traficante. O Estado não Longe viver sem o devido processo legal e o pleno direito de defesa. Ao contrário. Mas seu inchaço não nos leva à saúde da democracia. Quem transforma o saudável direito processual em patológico processualismo? A estatística, ppoderia confiscá-la com base em eventual equívoco processual da autoridade coatora. Pelo menos naquele processo e por aquele motivo. A analogia é inevitável. O que fazer com a corrupção? (mais…)

A Fazenda do Laranja foi para as mãos da viúva

Por Antonio Santiago

Essa história do laranjal do irmão metralha, Eduardo Bolsonaro, e administrado pelo miliciano Queiróz, me fez lembrar de uma ocorrida no século e milênio passado, em Londrina.

Foi no finalzinho dos anos 1970 e comecinho dos anos 1980 que o fato se deu.

Naquela época, um político populista, adepto da tese do “rouba mas faz”, misturava sua grana com a do erário e na hora de pegar a sua parte se confundia e, na dúvida, ficava com tudo.

Pois bem.

O pilantra comprou uma fazenda e não podia registrá-la em seu nome para não dar bandeira. Então o vivaldino recorreu a um irmão de sua igreja que mediante a um “adjutório” topou ser seu laranja.

Transação feita e tudo corria bem, mas o destino tinha outros planos e o laranja partiu antes do combinado em um acidente de carro.

Viúva, a “conje”, disse um sonoro NÃO ao famoso político quando este lhe procurou querendo a fazenda que ela tinha herdado do falecido marido.

Pois é! Ladrão que rouba ladrão, tem cem anos de perdão.

A Sercomtel e a indiferença

Por Gabriel Antunes

A questão já não é mais se a Sercomtel deve ou não ser privatizada, simplesmente fechada ou qualquer coisa incerta e desconhecida que queiram o atual presidente da empresa, Claudio Tedeschi, e o prefeito de Londrina, Marcelo Belinati. (mais…)

Não devemos dar bola para nossas certezas

Por Alvaro Ferreira

Estive pensando cá com meus botões que a “certeza” é uma convicção muito sedutora e confortável.

O problema é que ela nada tem a ver com a verdade.
Essa, que seria a melhor e mais próxima representação do real (e portanto algo sempre a ser melhorado), é aquela busca que pesquisadores e cientistas honestos realizam com humildade intelectual, prontos a corrigir seus erros e despir-se de conceitos prévios.
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Capachos esclarecidos!

por José Maschio – “Gancho”

Tínhamos, na Ditadura sangrenta, déspotas esclarecidos. Tipo Bob Fields e Golbery do Couto e Silva. Canalhas que, no entanto, pensavam.
Sumiram os déspotas esclarecidos. Hoje temos os déspotas desassistidos do pensar. O Colombiano e a moça da goiabeira são exemplos disso. Nem é preciso citar o ´´chanceler“. (mais…)

Casa do Povo ou circo?

Por Antônio Santiago

Londrina, comecinho dos anos 90.

Os ventos da democracia sopravam levemente ainda após o fim da ditadura.

Quase uma brisa.

E foi em um dia frio de inverno que trabalhadores sem terras ocuparam o latifúndio de um figurão da cidade. A reação foi imediata. O cidadão, influente que era, conseguiu uma liminar de reintegração de posse em questão de minutos. A polícia foi acionada, e os milicos ainda contaminados pelo regime anterior, chegaram descendo o cacete. Porrada em todo mundo, sem exceção, homens, mulheres, crianças e até cachorros. (mais…)

Triste Jacarezinho. Triste Londrina

Por Gustavo Lessa

Meu avô – Gustavo Lessa de Souza – foi prefeito de Jacarezinho, além de deputado estadual por aquela cidade, nos idos de 1940.

Jacarezinho era a terceira mais importante cidade do Paraná (atrás apenas de Curitiba e Paranaguá) e um polo político, financeiro e cultural que abrangia todo o Norte do estado, Sul de São Paulo e Sul do Mato Grosso do Sul. Colégios famosos, o embrião da gloriosa Faculdade de Direito do Norte Pioneiro, chefias de órgãos estaduais e federais, hotéis e restaurantes de qualidade, além de um comércio e agronegócio pujantes.

Com o ocaso político, foi perdendo poder, importância, patrimônio material e humano. (mais…)

Sobre os rojões de Londrina: evolução civilizatória

Por Christian Steagall-Condé

Os hospitais batem recordes seguidos de atendimentos de urgência nos Reveillons, de pessoas machucadas por fogos de artifício, indo de crianças à idosos, gerando uma sobrecarga desnecessária e inútil, por pura negligência, imperícia e imprudência, não raro, com sequelas para toda uma vida. (mais…)

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Copel: sócia e concorrente da Sercomtel em Londrina

Por Gabriel Antunes

Não é segredo que a Copel não tem interesse na permanência da sociedade com a Sercomtel, apesar do Prefeito de Londrina, Marcelo Belinati, dizer o contrário.

Mas de sócia desinteressada tornar-se concorrente, isso não parece nem ético nem juridicamente aceitável. (mais…)

Um Plano Diretor para Londrina – Parte 1

Por Gabriel Antunes

A cidade é a reunião da sociedade em um determinado espaço. O espaço é fácil mensurar, mas as pessoas são múltiplas em sua forma de pensar e em seus interesses.

Londrina nasceu de migrantes de São Paulo, Minas Gerais e outros locais do País; recebeu imigrantes japoneses, alemães, poloneses, espanhóis e de muitas outras nações. Como então conciliar os interesses dessas pessoas com culturas, crenças, ideologias e pensamentos tão diferentes e vivendo em um mesmo lugar? O Plano Diretor é uma das respostas para essa questão pois se trata do instrumento básico da política de desenvolvimento e expansão urbana. (mais…)