de o Sul
O clima pode esquentar nesta terça-feira (4) na Comissão de Relações Exteriores da Câmara e a pauta será a expansão do crime organizado no Brasil. Além do ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, foram convidados o DG da ABIN, Luiz Fernando Côrrea e o DG da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, para reunião fechada da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência. O presidente da Comissão, Filipe Barros (PL-PR), quer saber o que a Inteligência reuniu até agora a respeito da criminalidade no País. O Governador Cláudio Castro (PL) e os responsáveis pela Inteligência no Rio de Janeiro também foram chamados. O intuito é verificar se o Governo Federal foi informado a respeito da expansão das facções e o que foi feito para pará-los. A reunião não deixaria o Governo contente, já que a ABIN é subordinada à Casa Civil, e o ministro Rui Costa não quer que Côrrea critique o Governo. E apesar de indiciado pela PF, Luiz Fernando Côrrea permanece no cargo com o apoio do ministro.















1 comentário
Zezinho da Silva
Cada uma! O deputado bolsonarista “quer” receber as informações sigilosas dos setores de inteligência a respeito do crime organizado. Se for revelado que esses setores têm informações quentes sobre a milícia, aposto que o deputado vai correndo pedir autorização ao Xandão para visitar seu líder político, o ex-presidente inelegível e “amigo corrupto de Trump” (palavras de Hillary Clinton, até agora não contestada). Coitado do ministro Lewandowski ter de aguentar a lacração de deputados bolsonaristas nessa comissão de Inteligência comandada por Filipe Barros (piada pronta, né?). Comissão de inteligência na presidência de Filipe Barros? Kkkkkkkkk