Vinicius Júnior foi o herói do jogo. Sofreu a falta que virou pênalti e, nos pés de Rafinha, abriu o placar para o Brasil, já nos primeiros minutos do primeiro tempo.
E, quando tudo caminhava para um amargo empate, já nos acréscimos do segundo tempo, Vini acertou um chutaço de fora da área garantindo a vitória para o Brasil e um pouco de paz para o técnico Dorival Júnior que vinha sendo questionado pela midia e torcedores.
O jogo aconteceu em Brasília, no estádio Mané Garrincha.
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Jogadores titulares do Brasil na partida contra a Colômbia — Foto: Rafael Ribeiro / CBF
Brasil x Colômbia
- Posse de bola: 53% x 47%
- Finalizações: 17 x 10
- Finalizações no gol: 5 x 2
- Passes trocados: 375 x 356
- Faltas cometidas: 15 x 24
Confira a explicação para o Brasil ter feito sete substituições contra a Colômbia
O início até indicava um Brasil empolgante. Verticalizando as ações e com Bruno Guimarães impondo um ritmo de velocidade na saída de bola, a equipe chegava muito rapidamente ao gol de Vargas. Foi assim que Vini sofreu pênalti logo aos três minutos, em jogada toda com passes rápidos para frente: Alisson para Bruno Guimarães, que logo acionou Raphinha para achar Vini nas costas da zaga.
A vantagem rápida, por sua vez, não deu tranquilidade a um Brasil que seguiu espetando para usar a velocidade dos homens de frente. Rodrygo ainda levou perigo em chute cruzado, mas a partir dos 20 minutos a Colômbia acertou a marcação pressão no campo de ataque e a Seleção se perdeu. Não conseguia reter a bola, não conseguia cadenciar o jogo, e a saída de Gerson, lesionado, piorou um cenário que tornou o empate colombiano questão de tempo.
Foram 25 minutos onde os brasileiros praticamente não conseguiam passar da intermediária defensiva com a bola dominada e parecia que a Colômbia era quem jogava em casa. O intervalo foi um alívio para Dorival fazer ajustes e tornar o jogo mais equilibrado.
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Vinicius Junior comemora segundo gol do Brasil sobre a Colômbia Eliminatórias da Copa 2026 — Foto: André Durão
O jogo voltou mais aberto no segundo tempo, com trocação franca e superioridade brasileira. Se a Colômbia abusava do chuveirinho buscando Córdoba, o Brasil voltou a ser vertical e com um jogo associativo que indicou bons momentos. A medida que Dorival mexia, a equipe melhorava e se debruçava no campo de ataque.
Matheus Cunha deu maior fluidez ao ataque no lugar de João Pedro e teve bons momentos de diálogo com Vini. A dupla Wesley e Savinho deu volume a um lado direito onde Vanderson e Rodrygo foram mais discretos. E a reta final foi de pressão.











