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Editor:
Cláudio Osti

Funcionários da LondriSul recusam a proposta da empresa. Há indicativo de greve engatilhado

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Os motoristas e cobradores da empresa TCGL, que opera parte do transporte coletivo de Londrina, em votação, aprovaram a proposta que reajusta os salários pelo índice da inflação, 4,2%, e concede 19% de reajuste no vale refeição. Foram 417 votos a favor, 101 contra e um voto em branco.

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Já a votação dos funcionários da Londrisul, que opera as outras linhas do transporte coletivo, recusaram a oferta da empresa que era de reajustar os salários e o vale refeição apenas pela inflação, ou seja, 4,2%. Foram 255 votos para não aceitar a proposta, e 4 votantes aceitaram a proposta.

O Sintrol, que representa a categoria, agora irá comunicar os resultados para a prefeitura de Londrina, empresas e para o Ministério Público do Trabalho.

Ouça o que disse o que disse o presidente do Sintrol, José Faleiros, aos motoristas e cobradores da LondriSul.

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  • Cadê o MP e TCE

    O ex presidente do REC – RolândiaEsporteClube, ex dono desse time de futebol, virou líder dos motoristas e cobradores de Londrina, no vácuo do sintrol, conduz o acordo com TCGL da família mineira de Patrocínio Constantino e radicalização com a Londrisul da família paranaense de Campo Mourã Boiko.
    O MP do Trabalho fará a parte dele pelo aumento do vale refeição via judicialização e a prefeitura via cmtu vai torcer para que determine ou não o aumento do vale transportel para que impacte a tarifa e aumente o repasse de dinheiro livre dos impostos como IPTU para as duas empresas manterem o lucro das famílias.
    Jogo anual marcado entre solteiros e casados cujo resultado é o churrasco socializável.
    CMTU tem três funcionários que fazem tecnicamente (?) a tarifa é não a publicam.
    A Prefeitura tem os compliance/auditoria que não divulgam a análise e nem torna pública as planilhas e o segredo dos aumentos fica estabelecido.
    Quem perde o dinheirão?
    O povo.
    Quem ganha o dinheirào – o concessionário Constantino TCGL é Boiko Londrisul.
    E inclui como coió o coitado do “investidor” de pirâmide financeira da Gleba Palhano, que vê e não entende o duopólio.
    Londrina sendo Londrina – desde o monopólio dos Lopez/Lopes e sua VUL – Viação Urbana Londrinense. E a resistente disputa com os Francovig, que originou a partilha com o sul de Londrina e Tamarana.

    Viva o lockout.

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