Enquanto isso a campanha eleitoral ferve no Brasil com uma campanha presidencial e para cargos no legislativo polarizada, os funcionários dos Correios e da Caixa estão em greve em milhares de cidades, com operação tartaruga em poucas agências que ficaram ativas, para sindicatos driblarem multa da Justiça do Trabalho.
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A greve nacional dos Correios começou no dia 10 de setembro de 2026 e os funcionários estão com uma pauta antiga de reivindicações. O ponto de maior impasse na negociação é o plano de saúde da categoria. Os sindicatos exigem garantias de que a estatal continue como mantenedora do benefício, temendo aumento de custos para os trabalhadores, além de pautar reajustes para funções exercidas e discutir o modelo de reestruturação das agências.
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Em decisão da Justiça (TST) foi determinada a manutenção de pelo menos 80% do efetivo em atividade durante o período de paralisação para garantir a prestação de serviços essenciais e minimizar atrasos na entrega.
Foi agendado para hoje no TST o julgamento do dissídio coletivo de greve. A depender da decisão judicial e do aceite nas assembleias sindicais da categoria, o movimento poderá ser encerrado ou mantido.
Enquanto isso milhares de políticos que contrataram os serviços do Correio para a entrega de material de campanha estão vendo que a sua propaganda não chega. Faltam apenas duas semanas para o dia da votação e nada os folhetos e outros materiais chegarem a um número considerável de endereços.
A direção dos Correios diz que tudo está dentro do prazo. Porém, não é essa a sensação que os candidatos estão tendo.














