Depois de mais de 50 anos de vida pública o deputado federal Luiz Carlos Hauly não irá disputar uma nova eleição. Pelo menos é o que diz o site do TSE Divulgacan. Hauly começou na política no início da década de 1970 ao ser eleito vereador em Cambé. Depois disso foi prefeito da cidade, secretário estadual de Fazenda em dois governos – Álvaro Dias e Beto Richa, e teve sete mandatos consecutivos de deputado federal. Hoje está no seu oitavo mandato. Também foi por três vezes candidato a prefeito de Londrina.
Nos últimos meses ele vinha declarando que era candidato ao Senado pelo Podemos, iniciativa inviabilizada pela aliança que o partido comandado pela família Francischini no Paraná fez com o PL, do senador e candidato ao governo Sérgio Moro. Na chapa de Moro há dois candidatos ao Senado: Filipe Barros (PL) e Deltan Dellagnol (Novo). O Portal tentou contato várias vezes com o deputado mas, por enquanto, ele não deu retorno.
Finalmente, Hauly anunciou que não disputará as eleições de 2026, encerrando um jejum voluntário de urnas que já tardava mais do que a própria aprovação da reforma tributária. Após 54 anos de vida pública e inacreditáveis 17 eleições disputadas, ele decidiu dar um descanso ao eleitorado. Hauly passou as últimas décadas atuando como o “profeta do imposto único”. Ele repetiu o mesmo PowerPoint sobre o sistema fiscal tantas vezes que a emenda constitucional quase foi aprovada por puro cansaço dos colegas de plenário. Sua saída das cédulas é um verdadeiro monumento à renovação tardia. É o fim de uma era em que se prometia o “Simples” entregando uma burocracia interminável de mandatos. O contribuinte agradece o gesto, esperançoso de que o agora ex-futuro candidato consiga, enfim, simplificar sua própria agenda longe de Brasília.
Resumindo, se for por falta de adeus, já vai tarde!!!
Após 32 anos como deputado federal, o paranaense Luiz Carlos Hauly não vai disputar a reeleição. O economista foi o relator da Reforma Tributária que entra em vigor. Deixa um legado de boas propostas transformadas em leis e debates exemplares sobre a economia brasileira. Começou como prefeito de Cambé, foi Secretário da Fazenda do Paraná por duas vezes, deputado federal e líder do governo FHC no Congresso.
A carta de despedida de Hauly correndo nos Whats é puro narcisismo. Agradece primeiro Cambé, esquece colaboradores, repete “eu” como se fosse sinônimo de grandeza e se proclama pai de tudo. Um texto autocelebratório que revela isolamento político e a velha retórica personalista.
Bem dizia o Antonio Belinati que ele era de Cambé.
Talvez já esteja na hora de encerrar esse projeto familiar de ocupação de cargos.
Alex Canziani e a filha Luiza parecem mais preocupados em criar oportunidades para si mesmos do que em representar, de fato, a população.
Política não deveria ser plano de carreira de família.
Ele já foi muito poderoso, sempre lembrado como presidenciável e potencial eleito, mas hoje Aécio Neves, vai encerrar o mandato de deputado federal e trabalhar com discrição no comando do PSDB, a fim de tentar resgatar a importância do que já foi o maior partido do Brasil. Aécio não concorrerá a cargo algum em Minas. Mas emplacou aliados seus em duas candidaturas ao Governo de Minas.
Cena do hotel Bourbon dias atrás:
Antonho Casemiro Belinati e mulher desfrutavam sua refeição.
Lá pelas tantas a Emília Belinati subiu ao apartamento onde estava hospedada.
E Antônio Casemiro o Tio Bila foi gozar o ex chefe de gabinete por anos de Luiz Carlos Hauly, que tomava café com amigos.
E cheio de malícia pergunta a um deles:
– Você que é bem informado, o Hauly é candidato a alguma coisa esse ano.
Antes que o rapaz respondesse, Amauri Escudero Martins sem largar o telefone disparou:
– Diga a ele que Luiz Carlos Hauly não será candidato pois encerrará a carreira como Deputado Federal com a Reforma Tributária aprovado e dignidade a toda prova.
Já esse aí, o Tio Bila, é um aposentado da política pois foi proibido de ser candidato a qualquer coisa, por ser condenado por desonestidade administrativa e preso por corrupção.
Silêncio sepulcral do outrora falante ex prefeito.
Grande Luiz Carlos Hauly, honrou o nome de Londrina, de Cambé e do Paraná para todo o Brasil. Excelência no agir, caráter e honestidade marcante. Fará falta ao Congresso Nacional e fará falta as entidades da saúde e de acolhimento social em Londrina e no Paraná. Tornou-se referência da boa política e do amor a nossa terra. Um verdadeiro brasileiro. Obrigado Hauly, legado valoroso e honrado.
Combateu o bom combate, acabou a carreira, guardou a fé. 2 Timóteo 4:7-8
15 comentários
Galo Cego
Finalmente, Hauly anunciou que não disputará as eleições de 2026, encerrando um jejum voluntário de urnas que já tardava mais do que a própria aprovação da reforma tributária. Após 54 anos de vida pública e inacreditáveis 17 eleições disputadas, ele decidiu dar um descanso ao eleitorado. Hauly passou as últimas décadas atuando como o “profeta do imposto único”. Ele repetiu o mesmo PowerPoint sobre o sistema fiscal tantas vezes que a emenda constitucional quase foi aprovada por puro cansaço dos colegas de plenário. Sua saída das cédulas é um verdadeiro monumento à renovação tardia. É o fim de uma era em que se prometia o “Simples” entregando uma burocracia interminável de mandatos. O contribuinte agradece o gesto, esperançoso de que o agora ex-futuro candidato consiga, enfim, simplificar sua própria agenda longe de Brasília.
Resumindo, se for por falta de adeus, já vai tarde!!!
Buião
Quem deve ser o afilhado do falecido José Janene?
Bom Saber
Até o Cobra
https://www.facebook.com/reel/4583602108552578/?referral_source=external_deeplink&original_uri=https://www.facebook.com/share/v/18Y5LuiRNZ/
Gustavo
Hora da pausa
Após 32 anos como deputado federal, o paranaense Luiz Carlos Hauly não vai disputar a reeleição. O economista foi o relator da Reforma Tributária que entra em vigor. Deixa um legado de boas propostas transformadas em leis e debates exemplares sobre a economia brasileira. Começou como prefeito de Cambé, foi Secretário da Fazenda do Paraná por duas vezes, deputado federal e líder do governo FHC no Congresso.
Coluna Esplanada
Brasília
http://www.colunaesplanada.com.br
Parabéns
Sucesso
https://angelorigon.com.br/2026/08/18/hauly-encerra-ciclo-eleitoral/
Gustavo Cazé Rucha
Esse cego é filho do Antônio Belinati o condenado.
Deve ser por isso que escreve tanta M… da.
Galinha Cega não come longe do poleiro onde caga.
Inveja
https://www.colunaesplanada.com.br/apos-32-anos-como-deputado-federal-hauly-nao-concorre-em-2026/
Jose Lito
A carta de despedida de Hauly correndo nos Whats é puro narcisismo. Agradece primeiro Cambé, esquece colaboradores, repete “eu” como se fosse sinônimo de grandeza e se proclama pai de tudo. Um texto autocelebratório que revela isolamento político e a velha retórica personalista.
Bem dizia o Antonio Belinati que ele era de Cambé.
Bom Saber
https://www.zebeto.com.br/2026/08/18/o-silencio-do-condenado
André
Ele é inteligente, sabe que não se elege.
Rosangela
Talvez já esteja na hora de encerrar esse projeto familiar de ocupação de cargos.
Alex Canziani e a filha Luiza parecem mais preocupados em criar oportunidades para si mesmos do que em representar, de fato, a população.
Política não deveria ser plano de carreira de família.
antonio gonçalves filho
Com certeza a sra. Rosangela aplica o mesmo raciocínio aos Bolsonaros, certo?
Bom Saber
Eminência parda
Ele já foi muito poderoso, sempre lembrado como presidenciável e potencial eleito, mas hoje Aécio Neves, vai encerrar o mandato de deputado federal e trabalhar com discrição no comando do PSDB, a fim de tentar resgatar a importância do que já foi o maior partido do Brasil. Aécio não concorrerá a cargo algum em Minas. Mas emplacou aliados seus em duas candidaturas ao Governo de Minas.
https://www.osul.com.br/bets-tem-11-milhao-de-excluidos/
jose antonio pedriali
Triste notícia. O Paraná perde um de seus maiores homens públicos.
Silêncio dos Condenados
Cena do hotel Bourbon dias atrás:
Antonho Casemiro Belinati e mulher desfrutavam sua refeição.
Lá pelas tantas a Emília Belinati subiu ao apartamento onde estava hospedada.
E Antônio Casemiro o Tio Bila foi gozar o ex chefe de gabinete por anos de Luiz Carlos Hauly, que tomava café com amigos.
E cheio de malícia pergunta a um deles:
– Você que é bem informado, o Hauly é candidato a alguma coisa esse ano.
Antes que o rapaz respondesse, Amauri Escudero Martins sem largar o telefone disparou:
– Diga a ele que Luiz Carlos Hauly não será candidato pois encerrará a carreira como Deputado Federal com a Reforma Tributária aprovado e dignidade a toda prova.
Já esse aí, o Tio Bila, é um aposentado da política pois foi proibido de ser candidato a qualquer coisa, por ser condenado por desonestidade administrativa e preso por corrupção.
Silêncio sepulcral do outrora falante ex prefeito.
Oliveira
Grande Luiz Carlos Hauly, honrou o nome de Londrina, de Cambé e do Paraná para todo o Brasil. Excelência no agir, caráter e honestidade marcante. Fará falta ao Congresso Nacional e fará falta as entidades da saúde e de acolhimento social em Londrina e no Paraná. Tornou-se referência da boa política e do amor a nossa terra. Um verdadeiro brasileiro. Obrigado Hauly, legado valoroso e honrado.
Combateu o bom combate, acabou a carreira, guardou a fé. 2 Timóteo 4:7-8