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Cláudio Osti

Nova pesquisa deixa candidato do governador muiiito preocupado

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do Fernando Tupan

Um levantamento divulgado nesta segunda-feira, dia 27 de abril, para a sucessão do governador Carlos Massa Ratinho Junior (PSD), foi uma ducha de água fria nas pretensões do PSD do Paraná, Sandro Alex prova agora não ter força eleitoral e fica em um modesto quarto lugar entre seis concorrentes, nem os holofotes recebido nas duas últimas semanas ajudaram.

A pesquisa comprova o senador Sergio Moro (PL) na liderança e no segundo turno; com Requião Filho (PDT) perseguindo na segunda colocação e Rafael Greca em terceiro, começando a se viabilizar como nome ao Palácio Iguaçu, brigando pela segunda vaga.

O primeiro cenário tem seis candidatos:

Sergio Moro (PL): 35%
Requião Filho (PDT): 18%
Rafael Greca (MDB): 15%
Sandro Alex (PSD): 5%
Tony Garcia (DC): 1%
Luiz França (Missão): 1%
Indecisos: 18%
Branco/nulo/não vai votar: 7%

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O segundo cenário, quatro:

Sergio Moro (PL): 42%
Requião Filho (PDT): 24%
Sandro Alex (PSD): 6%
Luiz França (Missão): 2%
Indecisos: 17%
Branco/nulo/não vai votar: 9%

A Genial também fez três simulações de 2º turno, e todos colocam o senador Sergio Moro (PL) contra diferentes adversários.

No primeiro cenário o resultado ficou assim

Sergio Moro (PL): 49%
Requião Filho (PDT): 30%

No segundo cenário:

Sergio Moro (PL): 44%
Rafael Greca (MDB): 29%

No terceiro:

Sergio Moro (PL): 51%
Sandro Alex (PSD): 15%

A Quaest também levantou os índices de rejeição de cada pré-candidato

Luiz França (Missão): 7%
Sandro Alex (PSD): 13%
Tony Garcia (DC): 22%
Rafael Greca (MDB): 33%
Sergio Moro (PL): 37%
Requião Filho (PDT): 47%

 

A pesquisa ouviu 1.104 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 21 e 25 de abril, com margem de erro de três pontos percentuais para cima o para baixo, com nível de confiança de 95%.

 

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3 comentários

  • Nesta eleição, o fiel da balança será Rafael Grecca

  • Cultura em Londrina:
    Importância Gigante, Gestão Pequena.

    ​A conta não fecha.
    De um lado, artistas e produtores londrinenses que geram empregos e formam nossa identidade.
    Do outro, uma Secretaria de Cultura comandada por Marco Careca, uma figura amplamente criticada pela falta de preparo e por não pertencer ao setor que deveria defender.
    ​Londrina não pode mais se dar ao luxo de ter um secretário tão fraco enquanto o trabalhador da cultura vive na insegurança e sem reconhecimento.
    A economia criativa exige profissionalismo, não amadorismo político.
    Vamos nos pronunciar.

    • Sobre o último acontecimento:
      Carnaval ainda fando o que falar, o que chama atenção na polêmica.
      Procurar saber quem foi que contratou? Foi um chamamento público e o empresário devedor está se propondo a pagar! Tem até a proposta dele confessando a dívida e propondo parcelamento! Que tal aceitar o parcelamento Grupo Bafo Quente em nome dos músicos?

      O Bafo Quente Mamaquila recebe perto de 5 mil por apresentação! No carnaval o valor foi para 45 mil? Mesmo pagando outras atrações, não é muito não? Que tal aceitar o parcelamento em 10X conforme o devedor fez a proposta?

      Tem quanto tempo esta dívida? Um ano? Uns 6 meses? Ou apenas algumas semanas? Peraí! O cara já pagou 10 mil à vista, e logo fez a proposta de pagar parcelado! E ninguém aceitou a negociação? Como assim? É preferível brigar e prejudicar os músicos! Bafo Quente, avalia melhor isso.

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