Mas se Renato Feder ainda tinha muita moral com o governador Ratinho Jr, não se pode dizer o mesmo com os professores do Estado.
Eles reclamavam em especial das políticas salariais e pedagógicas além da falta de diálogo.
A APP Sindicato fez, inclusive, uma pesquisa com 3.800 associados e cerca de 1,8 mil educadores(as) responderam a uma pergunta opcional e aberta: “Quais as maiores dificuldades enfrentadas na sua escola?”. 70,4% dos(as) trabalhadores(as) afirmaram que carências estruturais e falta de equipamentos para garantir o bom andamento do processo de ensino e aprendizagem estão entre as maiores dificuldades enfrentadas nas escolas.















2 comentários
Campos
A única coisa que o Feder fez por aqui de efetivo (e certamente vai fazer em São Paulo) foi o que todo governo de direita faz: arrocho salarial dos servidores públicos. Só dos servidores porque a grana alta dos chefes só aumenta e tá sempre garantida. Essas escolas cívico-militares é uma bobagem pedagógica. Trata-se apenas de uma tentativa de botar pra funcionar a “escola COM partido”. E esse negócio de transferir escolas públicas para a rede privada é coisa que qualquer idiota pode fazer. Basta saber assinar papéis que os advogados do setor privado escreveram.
Glaucia
Governos de direita colocam perversamente em prática o desmonte do Estado, uma violação constitucional, pois é dever do Estado cuidar da saúde, educação e segurança. É o essencial. Essa narrativa de privatizar porque supõe-se que garante qualidade é ilógica, além de inconstitucional.
Mas, servidores não podem se queixar, reelegeram Ratinho e a maioria votou no Bolsonaro, irracional e incompreensível.
Não se deve misturar o que é público com o privado, isso é patrimonialismo, porque é claro que irá apadrinhar o empresariado que adora se enriquecer com dinheiro público.