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Cláudio Osti

Vitória tranquiliza técnico do Londrina, por enquanto…

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do VEC/Cláudio Osti

Se tem uma máxima no futebol brasileiro é que a única coisa que segura técnico é a vitória. No Brasil são raros os times e torcidas que têm paciência para deixar o treinador trabalhar pensando no longo prazo. Por aqui é tudo para ontem.

Edinho, técnico do Londrina, assumiu a equipe há pouco mais de um mês. Do time do ano passado sobraram apenas alguns gatos pingados. A maioria do time hoje é composta por garotos da base e jogadores que até o momento não tiveram exatamente alguma expressão no futebol brasileiro.

Ou seja, é começar do zero. (leia a coluna completa)

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  • Desde o tempo que jogava nas ruas Vila Brasil as peladas de todos os dias, uma coisa era bem clara, futebol é conjunto. Quanto mais a gente jogava junto e conhecia o amigo, mais fácil era o entrosamento. Aprimoramos as qualidades e defeitos do conjunto, por mais que o individualismo fale mais alto no futebol. E tive a sorte de ter um técnico como o Ticão, que jogou no LEC e juntou os meninos da rua no “Preserve” e fomos vice-campeões em 1981, numa final no Campo da Portuguesinha, num time que tinha Joilton como o craque (eu era o reserva dele rsrsrsrs). E tinha gente muito boa (não era o meu caso) como Celso Pozzato (um baita volante), Fernando Barriga (grande zagueiro) e outros. Treinar é essencial, conhecer as táticas é mais que “resenha”, é conhecer posição, cobertura, hora de recuar, hora de atacar, segurar a bola e tantas coisas que essa geração “FIFA” e das redes sociais não entendem. O técnico é um organizador, e para isso, precisa conhecer o que tem nas suas mãos e o que quer passar, e leva tempo. Dito isso, lembro que ninguém sabe ao certo afirmar quem crioua frase de “jogo é jogo e treino é treino”, contudo se você não treina, você não executa o jogo de verdade. Deixa o príncipe treinar, depois vamos criticar o trabalho.

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