Ação publicitária privilegiou clientes de chefe da Secom

Da Folha de São Paulo
Sob o comando de Fabio Wajngarten, a Secom fez mudanças na estratégia da campanha de publicidade sobre a reforma da Previdência, a maior e mais cara do governo no ano passado. Emissoras clientes de uma empresa do secretário e TVs religiosas, apoiadoras do presidente Jair Bolsonaro, acabaram favorecidas. A campanha foi feita em fases. Após Wajngarten assumir, a Globo foi excluída. Foram mantidas apenas praças regionais da emissora. De um total de R$36,7 milhões na segunda etapa, Record, Band e SBT receberam, respectivamente, R$ 6,5 milhões, R$ 1,1 milhão e R$ 5,4 milhões. A Globo ficou com R$ 2,6 milhões. Record e Band têm contratos com a FW Comunicação, de Wajngarten. Ele nega irregularidades.

4 thoughts on “Ação publicitária privilegiou clientes de chefe da Secom

  • 27/01/2020, 11:51 em 11:51
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    Se as autoridades com Judiciário e MP fizerem como na era PT e investigarem a fundo, digo para vc que o clã bolsonarista de Londrina é forte candidato a réu por ter recebido verba da comunicação bo Governo federal. Falaram tanto do PT e hoje estão lá repetindo os mesmos erros. Sem contar a CPMI das fake news que investiga milícias digitais e tbem tem Londrina entre os envolvidos. Essa era a hora do nooso MP e Gaeco mostrarem que sao mesmo competentes e desmantelar essa quadrilha de mentirosos. Esse nosso MP deveria fazer jus ao nome que tem…

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    • 27/01/2020, 19:32 em 19:32
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      Biroska, sejamos realistas. Com certeza o judiciário e o ministério público, com a cobertura da mídia, não tratarão os corruptos criptofascistas encastelados no governo como são tratados os petistas na era lava jato. Os criptonazistas serão tratados como Aécio Neves era tratado na colônia medieval controlada pelo Moro e pelo reverendo Dallagnol: não vêm ao caso.

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  • 28/01/2020, 10:30 em 10:30
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    Privilegiar 3 das 4 rede de Tvs? Isso não é privilegiar, caramba. A propósito a Globolixo também teve participação, porém foi menor. Isso é lógica… não adianta fazer divulgação numa emissora “lixo” porque ela vai derrubar tudo o que foi veiculado no próximo intervalo, pregando desobediência às leis, em nome de uma liberdade de expressão ou coisa parecida. Mas num país de cultura “questionável” o importante é o futebol e o carnaval… Eita povo tupiniquim… Precisamos parar de ser massa de manobra seja de A ou de B.

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  • 28/01/2020, 13:04 em 13:04
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    Satanás meu caro, contra hábitos pré-estabelecidos realmente o remédio mais indicado é um sonífero antes de deitar para espantar a insônia. Quando chego em casa tomo o meu e desato a dormir. Nada disso atrapalha o sono. Mas quando não tem remédio, haja dor de cabeça e contagem de carneirinhos.

    Infelizmente existe sim uma casta de intocáveis no Brasil. No entanto, nomes como o de Paulo Preto (caixa forte do tucanato nacional, queridíssimo de Gilmar Mendes que mandou soltá-lo sei lá quantas vezes no mesmo dia), mas que agora conseguiram trancar o homem. Parece pouco, mas para quem conhece os bastidores sabe que atingiram uma peça importantíssima. Preto é peixe grande, e digo mais; maior até que caciques como Serra, Alckimin, Aécio Neves, Beto Richa, etc. Preto e o homem do cash alto e de extrema confiança dos poderosos. Não sei precisar a data, mas faz um bom tempo que reside no Complexo Médico de Pinhais.

    Outra prisão, que embora possa parecer simbólica, é a de Geddell. Pilhado em um bunker com uma fortuna inestimável, está até agora preso e a influência de seu superior, Michel Temer, que é representado no STF pelo amigo de longa data Alexandre de Moraes conseguiram aliviar, até agora, a prisão do Geddell – que é braço direito de diversos políticos influentes. As suspeitas que correm na investigação é que a grana do bunker (uma imensa pacoteira de notas de 100 e 50 contos que motivou a prisão de Geddell que até agora está preso) veja bem, preste atenção: “é o que sobrou do Trabalhistão”. Analistas de política internacional quando perguntados sobre o assunto, atribuem ao investimento do Governo Chinês de US$ 8 bi no Brasil para realizar os ajustes necessários, no caso desfigurar a legislação trabalhista brasileira que aos poucos passava a ser reivindicada pela polulação chinesa. Aparentemente, um golpe de mestre. Mas agora, imagina a grana que não correu solta para votar a Reforma Trabalhista. Logo, haverá um promotor herói estilo “Robin Hood” que vai investigar o “Trabalhistão” e quem quiser vai para as ruas gritar fora sei lá quem, fulano na cadeia.

    Aliás, circulam pelas redes sociais dos bolsonaristas que a deputada Carla Zambelli teria trocado mensagens de Whatsapp com um representante de alguma região que ela defende cobrando a liberação de uma verba, segundo notícias de sites como Uol, Folha, Estadão e Veja, de 400 milhões para obras em determinado reduto do político. É a primeira suspeita do “Previdencialão”, que foi aprovado mediante promessas de liberação de recursos para obras, etc.O famoso “toma lá, dá cá”. Um clássico da velha política.

    Aí está o Brasil Nova Política. Toma lá, dá cá; dinheiro supostamente correndo para aprovar alguns projetos, rumores, denuncias e suspeitas de rachadinha entre detentores de cargos eletivos (deputados, senadores) com comissionados, e mais o que a endêmica praxe polîtica impõe a qualquer varão que ouse entrar no mundo da polí

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