Acusados na Operação Publicano, auditores fiscais voltam ao trabalho

O juiz Juliano Nanuncio, da 3ª Vara Criminal de Londrina, determinou a volta ao trabalho dos auditores fiscais do Paraná acusados de malfeitos durante a Operação Publicano mas que ainda não tiveram condenação na Justiça.

Desde que foram afastados de suas funções, há seis anos, eles vinham recebendo seus vencimentos normalmente.

Segundo a decisão, veja abaixo, a volta está condicionada a retomada do desempenho de suas funções a atividades administrativas junto às Inspetorias Gerais e Regionais de Arrecadação e Tributação, desde que afastados do exercício de fiscalização e dos poderes de polícia a este inerentes, e em delegacia diversa da que se encontravam lotados à época dos fatos, em observância ao disposto no artigo 30, § 2º, da Lei Complementar Estadual nº 131, de 29 de setembro de 2010.

5 thoughts on “Acusados na Operação Publicano, auditores fiscais voltam ao trabalho

  • 18/08/2021, 12:55 em 12:55
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    LUIZ ABI ANTOUN (RG: 12069146 SSP/PR e CPF/CNPJ: 329.998.109-97)RUA PIAUI, 835 APTO 02 – CENTRO – LONDRINA/PR

    O primo distante de Beto Richa que foi liberado a viajar ao ao Líbano pelo mesmo Juiz agora está citado na inicial e não no fim da sentença.

    Portanto cvade Luiz Abi?

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  • 18/08/2021, 16:43 em 16:43
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    É o fim da picada, fim da moral, fim da ética o fim dos políticos honestos e de princípios.

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  • 20/08/2021, 09:18 em 09:18
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    1) Ministério Público e Judiciário deveriam ser responsabilizados pelos enormes prejuízos causados ao erário paranaense com esta operação, uma vez que, sem quaisquer provas e ou indícios de provas, tão somente substanciado em colaborações premiadas desprovidas de quaisquer corroborações nos termos legais necessários, afastaram estes auditores fiscais, os quais, já estão há seis anos e meio sem produzir um único centavo para a administração pública e recebendo seus salários, QUE É DE DIREITO, POIS, NADA SE PROVOU EM SEUS DESFAVORES E NÃO FORAM CONDENADOS. O retorno era necessário, para corrigir esta injustiça, pois que, a operação publicano ruiu devido às mazelas do Ministério Público e do Judiciário, tendo sido anulados (pelo STF) acordos de colaborações premiadas por terem sido pactuados em um ambiente de total desconfiança e insalubre, de forma nada republicano, a denegrir, desmedidamente, reputações de pessoas e da organização Receita estadual. 2) Será que agora que viram que esfacelaram, tornaram a RECEITA ESTADUAL inoperante por seis anos e meio e querem dar um de bonzinhos, que estão pensando no Estado, etc…, etc…). 3) Ainda tem a coragem (Promotor Jorge Barreto) de continuarem a dizer que não desistiram da publicano e que os autos desta operação se encontra repletos de provas robustas se nem ao menos ficar vermelho. O cara pálida apresente uma ao menos. (fica vermelha cara sem vergonha, fica vermelha cara sem vergonha…é o que dizia Jô soares).

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  • 20/08/2021, 12:52 em 12:52
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    E gente que se beneficiou destes enormes desvios ainda tem a cara-de-pau de colocar seu nome é da cônjuge para as próximas eleições, talvez na Inocêncio de poder contar com o odioso Foro Privilegiado, este câncer de instrumento criado para proteger e postergar condenações de políticos pouco republicanos e sem escrúpulos.

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  • 20/08/2021, 19:23 em 19:23
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    Esse juiz Juliano Nanuncio bateu palmas para ver maluco dançar🤣🤣🤣

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