Criticar professores hoje no Paraná é quase uma “blasfêmia”

Por M. Fernandes

É sempre a mesma história “romantizada”. Toda vez que se fala qualquer coisa contra os professores é como se fosse blasfêmia. Quando se analisa o baixo nível educacional, nossos mestres culpam os governos, os pais, os alunos a falta de estrutura e outras coisa mais. Não assumem suas responsabilidades como parte fundamental deste processo de formação. Fazem uma greve irresponsável liderada por interesses políticos do PT/CUT/APP, prejudicam 1 milhão de estudantes, e ainda acham que está tudo bem. Já passou da hora do professor saber e entender que quem paga essa conta é a sociedade como um todo, e que nessa guerra política contra o Governo, os únicos prejudicados foram os alunos, aliás, são eles – alunos – razão da existência de professores e escolas, e não o contrário.

Um comentário em “Criticar professores hoje no Paraná é quase uma “blasfêmia”

  • 10/06/2015, 12:14 em 12:14
    Permalink

    É a mais pura verdade. Entraram numa greve sem reivindicação e nem pauta concreta, apenas na tentativa de barrar a tal Previdência que, aliás, não prejudica nenhum concursado. É bem isso: na briga política contra o Governo, só os alunos ficaram no prejuízo, INFELIZMENTE!

    Resposta
  • 10/06/2015, 14:02 em 14:02
    Permalink

    A politização da greve (PT X PSDB) é uma tese furada criada pelos marqueteiros do governador. Os professores estavam lutando contra o confisco da previdência e pela reposição salarial conforme a inflação do período. Essa reivindicação é tão justa que o percentual pedido pelos professores está sendo concedido aos servidores do poder judiciário. Ainda bem que o sindicato dos professores é ligado à CUT e não uma correia de transmissão do tucanato paranaense.

    Resposta
  • 10/06/2015, 14:05 em 14:05
    Permalink

    Parabéns pelo texto !
    Ouvi hoje numa pequena rádio de Cambé, um vereador do PSDB da cidade , que é professor, criticando a greve dos motoristas e cobradores da TIL. Quanto à greve da qual ele participou (professores) disse que a mesma era justa, pois os mestres da educação devem ser bem remunerados . Não ouvi em nenhum momento a preocupação do “ilustre ” Edil, nem dos outros grevistas professores, a preocupação quanto à qualidade do ensino. O importante para ele é ter o seu salário, que é de mais de R$ 5 mil, na sua conta no final do mês.
    Qualidade de ensino para o infeliz Vereador, só se for para ele e seus parentes que cursam ensino particular. Acho que o lema dele e da maioria dos professores é a seguinte : EU FINJO QUE ENSINO E O ALUNO SE FERRA POR NÃO APRENDER NADA OU QUASE NADA!

    Resposta
  • 10/06/2015, 14:44 em 14:44
    Permalink

    ” Não tenho pena dos ignorantes, talvez a ignorância os faça mais felizes que eu.”
    (Karla Skarine)

    Resposta
  • 10/06/2015, 15:46 em 15:46
    Permalink

    Sra,baixo nível educacional e a tonica das pessoas que leem reinaldo Azevedo ve novela da Globo e assiste todos os dias a Paqueire e o programa Fiori luiz.
    Estudei 4 anos e não culpo em nada meus mestres,pois quem da educação para os filhos e seus Pais o professor é o precursor dos ensinos,cabe a ele procurar estudar e aprender e te digo isso por que sou de uma família de professores e sei de como é dura a vida de quem trabalha serio na educação.
    Eu tive dando uma olhada no Tál portal do Beto Richa e notei que nas cidadezinhas pequenas tem sim marajás professores que ganham mais de 12 mil reais,alguns chegando a pasmem 27 mil se o portal não for como o governo,mentiroso.
    Pois bem,os sobrenomes são todos conhecidos políticos da cidade que de uma forma foram sendo aumentado politicamente
    Minha irmã é professora em Jataizinho,tem varios cursos de formação acadêmica e 30 anos de profissão.Entre sua aposentadoria e o que ainda ganha como professora dá 6000 reais brutos.
    Pare de conversar pelos cotovelos sra,não tente passar para o professor o QI muar com que os pais ensinam e dão limites pra criança

    Resposta
    • 10/06/2015, 21:09 em 21:09
      Permalink

      Rapaz, não sei se foi culpa dos seus professores ou sua, mas o fato claro e irrefutável é que a sua educação foi bastante precária, haja vista a péssima qualidade dos seus textos… Sempre com erros de Português, pontuação totalmente incorreta e uma argumentação muito indigente.
      Quanto ao post do Paçoca, o autor foi na veia! Análise clara e lúcida. E bem escrita!!

      Resposta
  • 10/06/2015, 20:03 em 20:03
    Permalink

    Se der crédito ao comentário de M. Fernandes, devo concluir que o governador está comemorando a tunda que deu nos petistas. Ficou com o dinheiro dos servidores como queria e aplicou-lhes um belíssimo arrocho salarial. Certamente o Beto Richa deve estar sendo aplaudido e defendido por milhares de professores que o ajudaram a se eleger, acreditando na imensa capacidade gestora do governador e a honestidade infinita que caracteriza seu governo. Pra ficar melhor a relação professores / governo estadual, sugiro que na próxima campanha salarial os professores e seu sindicato façam doações significativas de cobertores corta-febre ao Provopar e peçam a ajuda da Madre Teresa das Araucárias para conseguir a reposição salarial.

    Resposta
  • 10/06/2015, 20:35 em 20:35
    Permalink

    Analisando os comentários percebo o quanto M. Fernandes foi feliz na sua análise. Reproduzo aqui a frase que ouvi de um experiente jornalista:”Tive muitos professores, porém, poucos mestres. A diferença entre o mestre e o professor é a seguinte: o primeiro, independente das dificuldades ensina com paixão e amor e faz da educação um sacerdócio, consciente do compromisso de formar cidadão; o segundo, a grande maioria, faz da educação apenas mais uma profissão, vivem murmurando contra as adversidades e contando os dias da aposentadoria”.

    Resposta
  • 10/06/2015, 21:52 em 21:52
    Permalink

    O mais interessante são os comentários dos militontos, ainda bem que essa merda de PT ta cada vez mais indo pro inferno! kkk chora mais ai petezada… mimimimimimimi

    Resposta
  • 11/06/2015, 00:15 em 00:15
    Permalink

    Comentário imbecil desse Decio,estamos lá lixando pra partido cara,estamos comentando um ponto de vista imbecil

    Resposta
  • 11/06/2015, 00:37 em 00:37
    Permalink

    é a vitória da vilânia, somos escravos da classe política e ao invés de nos unirmos, nos regozijamos com o castigo do escravo do lado. Os professores foram roubados na previdência e nas condições mínimas de ensino, já que o governo do Beto Richa não tem recursos financeiros e nem sabe dizer onde estão, mas quando precisou usar da força bruta, apareceu rapidamente. Essa greve foi usada politicamente, mas mais pelo governador ,para encobrir as investigações do sumidouro de dinheiro que virou a receita, do que pelo sindicato dos professores. O povo como sempre prefere fechar os olhos à vilania e aceitar os aumentos de pedágio, energia, ipva e outros tantos. Antes que me confundam com partidário de PSDB, PT e demais quadrilhas, aviso que como o assunto é o PR, falo do PSDB, mas os demais pártidos também são farinha do mesmo saco…

    Resposta
  • 11/06/2015, 07:34 em 07:34
    Permalink

    A greve passou e continuam as salas de aula superlotadas, os quadros opacos, os banheiros (vandalizados) e sem adequação (portas, papel higiênico, sabonete etc), os prédios desprovidos de acessibilidade (cadeirantes? como assim?!). Houve até licitação para a compra de ar condicionado (que vieram… ótimo); só faltou ter pensado que os colégios não possuem rede elétrica suficiente (totalmente ótimo!).
    A greve passou e professores de alguns colégios, que têm o privilégio de serem Mestres e Doutores, continuam a peleia sem a justa valorização; trabalham em casa, além da “hora atividade”; preparam provas, corrigem redações (e são ovacionados pelos alunos aprovados nas melhores Universidades do Paraná, como são a UFPR, UEL e UEM).
    A greve passou e os Professores do Ensino Superior continuam a receber, com Dedicação Exclusiva, remuneração inferior a de Técnicos atrelados a outras funções do Estado. É verdade que um Técnico do TJPR ganha mais que um Professor Assistente-A no Paraná (que precisa ser Mestre). Convivem ainda com as impertinentes indagações: “Mas você é SÓ professor…?”.
    A greve passou e o professor não teve reposição salarial anual (CRFB/88, art. 7º, IV e art. 37, X; precedentes RE 2012131 e RE 563708), ao passo que os servidores do Poder Judiciário foram contemplados com o IPCA, o que é Direito de todos. E essa história, lá em 2001, na Grande Greve, que durou 6 meses, já é conhecida.
    Sim, violar o Direito Fundamental à Greve (CRFB/88, art. 7º; precedentes MI 708 e MI 712) e esmagar com violência desproporcional o Direito de Manifestação e Reunião (CRFB, art. 5º, IV, XVI) mostra-se postura adequada e razoável por parte do Administrador Público.
    De fato, depois de ler o texto, faço coro ao autor e a alguns comentaristas para reconhecer que, esta categoria profissional merece a pecha: “irresponsáveis”.

    Resposta
  • 11/06/2015, 11:43 em 11:43
    Permalink

    Claúdio Simon, não é bem essa história que ouço de amigas professoras. Primeiro, dizem que o dia mais importante para a maioria dos professores é o da definição do horário das aulas, pois ninguém quer dar a última aula, muito menos na sexta-feira – e já ocorreram até brigas nesta disputa; segundo, mesmo ganhando – e com aumento – a hora atividade, elas mesmo dizem que deveria ser mudado o nome para hora do facebook ou hora da fofoca. Sou concursada da área de Saúde, dou duro em dois empregos, não tenho 3 meses de férias remuneradas, nada de outros apoios financeiros. Meu caro, pelo baixo nível da educação pública muita coisa deve ser repensada, a começar pelo papel e pela responsabilidade do professor. Chega de jogar a culpa nos outros.

    Resposta
  • 11/06/2015, 13:29 em 13:29
    Permalink

    Fizeram duas greves e não conseguiram NADA, somente prejudicar os alunos. Quando o desgoverno publicou o salário dos professores acabou com a categoria. Teriam que proceder igual as Universidades que continuam em greve.

    Resposta
  • 12/06/2015, 15:48 em 15:48
    Permalink

    Parabéns MFernandes, é a pura verdade! Infelizmente é uma heresia criticar os professores. Posam de deuses quando não deveriam ser. Sou a favor de greves justas, mas fazer greves sob a proteção da estabilidade do emprego me cheira a covardia quando abusadas. Vira farra. Muitos, por exemplo, batem ponto na escola durante a greve só pra garantir o dim-dim no final do mês, com a complacência de muitos diretores. O sistema corporativista da educação é viciado, contaminado e falido.

    Resposta
  • 17/06/2015, 18:02 em 18:02
    Permalink

    Concordo com você Luiz, eles (professores) falam tanto que funcionários do judiciário ganham mais, que deputados ganham tanto; é simples, por que então não se tornam um deles, já que se acham deuses.

    Resposta

Deixe uma resposta

%d blogueiros gostam disto: