Não seria justo cobrar quem quebrou a Sercomtel?

Por José Maschio, jornalista e escritor

Rombo na Sercomtel, memória e belinatis!

A Sercomtel (era o Sercomtel quando criado), a telecomunicações de Londrina, tem um rombo de R$ 200 milhões de acordo com o prefeito de Londrina, Marcelo Belinati (PP).
Em 1998, no governo Lerner no PR (cada ano um partido) e administração de Londrina de Antonio Belinati (PP) 45% das ações da Sercomtel foram vendidas para a Copel (Cia Paranaense de Energia Elétrica). Na época o valor foi de R$ 200 milhões.
O dinheiro foi desviado quase que na sua totalidade. E hoje o sobrinho pede apoio da chamada sociedade civil organizada para salvar a Sercomtel. Não seria mais fácil cobrar os responsáveis pelos desvios de, na época, mais de R$ 152 milhões?
Pena que o jornalismo paranaense, sem memória, não faz nenhuma ligação entre o desastre atual da telefônica e a origem deste desastre anunciado: o roubo descarado.

5 comentários em “Não seria justo cobrar quem quebrou a Sercomtel?

  • 10/10/2017, 11:47 em 11:47
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    E agora, José? A solução da (ou do) Sercomtel não passa pelo saneamento da empresa. No século 21, as telecomunicações passaram a ser assunto para a iniciativa privada, que têm condições de oferecer um serviço na área menos ruim. O certo seria a privatização total da empresa, mas como ninguém mais quer comprar sucata, a solução é implantar o PIRF (Programa de Incorporação e Readaptação Funcional), com a prefeitura, sempre carente de servidores, encampando os funcionários públicos da empresa dentro de uma política de isonomia com os demais servidores, de forma que libere esta literal “massa falida” para o seu devido encerramento.
    Sejamos sensatos: é mais barato e menos custoso para o poder público fechar as portas da empresa.

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  • 10/10/2017, 13:41 em 13:41
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    Bela observação, Paçoca!!! Cadê aquela assessora que sempre comenta aqui pra falar sobre este post?

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  • 10/10/2017, 14:25 em 14:25
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    Concordo plenamente que o MP teria que ouvir principalmente aqueles indicados políticos que hoje gozam sua aposentadoria em apartamentos de Alto padrão na orla de Camboriú, Caiobá, Rio de Janeiro, ou nas casas luxuosas situadas nos condomínios de Jurerê Internacional, Canasvieiras, ou condomínios mais simples de Curitiba, Londrina, isso sem falar das chácaras suntuosas, verdadeiros refúgios. Quem conhece as histórias cabeludas, sabe quem são estes atores.

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  • 11/10/2017, 09:41 em 09:41
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    Podia começar com Luiz Eduardo Cheida e seu vice Assad Jannani

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