Nossa, que novidade, UEL vai começar uma nova greve

Pois bem. Nem quatro meses após a última greve na Universidade Estadual de Londrina, os servidores-técnicos administrativos da UEL aprovaram a paralisação das atividades no dia 15 de março quando ocorrerá greve nacional. A votação ocorreu na manhã desta segunda-feira, 06, em assembleias realizadas no Campus e no HU.

O bom da UEL é que se tiver alguma greve internacional, participa também.

A Assuel está mobilizada com outros sindicatos para protestar contra as reformas da previdência e dos direitos trabalhistas. “A categoria decidiu por unanimidade paralisar as atividades em protesto contra as arbitrariedades do governo federal e estadual”, informou o presidente da Assuel, Marcelo Seabra

7 thoughts on “Nossa, que novidade, UEL vai começar uma nova greve

  • 07/03/2017, 17:06 em 17:06
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    Diante do ataque aos direitos previdenciários do brasileiro e aos direitos trabalhistas, greve de um dia está saindo barato para o governo golpista. Para interromper essa escalada contra a baixa classe média e os trabalhadores em geral vai ser preciso parar o país.

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    • 07/03/2017, 20:35 em 20:35
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      Desconheço um “descontente” no funcionalismo público que pediu exoneração e buscou emprego na iniciativa privada.
      Fisiologismo é a maior bandeira defendida em realidade. Vale o ditado popular egoísta: Farinha pouca, meu pirão primeiro.
      Vão trabalhar!

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  • 07/03/2017, 21:03 em 21:03
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    Isso prova que o corporativismo e a politicagem vermelha só será freada com uma medida: Privatização do Ensino Superior no Brasil. Antes inimaginável, hoje viável e na mesa do presidente. Cuidado vermelhinhos ou logo terão desemprego e folga definitiva…

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    • 08/03/2017, 22:52 em 22:52
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      Babuínos Bobocas Balbuciando em Bando

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  • 08/03/2017, 11:33 em 11:33
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    Muitos professores do Núcleo de Ensino de Londrina estão curiosos pra saber a verdadeira função do engenheiro e construtor Eduardo Medina lá. É um cargo comissionado indicado pelo Chefe em Curitiba Vitor Hugo. Apenas sabem que o chefe não sai de lá quando está em Londrina, que são amigos de longa data e que as filhas já foram sócias. Nem o Alemão entende.

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