VARIG – A movimentação em Brasília no dia seguinte à divulgação da lista de inquéritos solicitados pelo STF foi intensa. Atordoados, alguns políticos ainda tentavam encontrar um lado positivo no escândalo.
No início da tarde, Aécio Neves – recordista em número de menções na lista de Fachin – foi flagrado entrando na agência de turismo Tudo a Jato. Segundo o gerente do estabelecimento, o senador mineiro quis saber se não era possível converter cada inquérito numa passagem de ida e volta entre Cláudio e Nova York.
Já Romero Jucá, que compartilha a pole position com Neves, anunciou o lançamento de um livro de citações. Na obra, Jucá pretende intercalar trechos em que é mencionado nos autos da Lava Jato a “pílulas de sabedoria” e discursos motivacionais.
















1 comentário
Campos
Tadinho do mega propineiro tucano… Moro ajudou, Janot também livrou a cara do mineirinho mas Fachin não deu moleza e taí o presidente do PSDB no topo dos propineiros delatados. Quá! Quá! Quá! E não podemos pôr culpa dessa demora da investigação das denúncias que atingem Aécio no Youssef. Em 12 de fevereiro de 2015, mais de dois anos atrás, o Youssef já tinha revelado o esquema do Aécio para o Moro. Pra justiça ficar completa, Aécio vai ter de fazer companhia com o Cunha. Quá! Quá! Quá! Um evangélico e um moralista que denunciava a corrupção com a verborragia de uma “maria louca”.