Foi só postar o texto do jornalista José Maschio cobrando os que ajudaram a afundar a telefônica Sercomtel que o leitor atento ligou para fazer alguns acréscimos à lista dos que contribuíram para que a empresa se torna-se o que ela é hoje.
- Onde estão o Padre Manoel Joaquim e o deputado Tercílio Turini que foram os líderes do movimento para não privatizar a Sercomtel?
- Onde estão os veículos de comunicação que recebiam verbas muito acima do que o mercado permitia e da necessidade da empresa, em troca de favores?
- A Sercomtel patrocinava de tudo para todos, de baile das varizes a eventos corporativos, sem qualquer critério, bastava que o prefeito do momento desse a ordem.
- Quantos e quantos apadrinhados políticos foram acomodados na empresa desde sua fundação. Os responsáveis serão cobrados?
- Quantos gestores sem qualificação para os cargos passaram pela empresa, enviados pela prefeitura e pelo governo do Paraná, fazendo bobagens incompreensíveis? Os responsáveis serão cobrados?














13 comentários
Omisso, eu?
Daniel Assis, esse indicado do Alex Canziani, é advogado, portanto deveria estar no setor jurídico da empresa ou bem longe dela. Os próprios funcionários questionam seu conhecimento, vivência e expertise em vendas. ” Esta a mais de seis anos no cargo, e a coisa não anda”, ouvi isso de um funcionário próximo.
Maria Lucia Aguiar
Luiz Flavio e Lava Jato Neles, gostaria de saber a opinião deles a respeito do Plebiscito. Ajudou ou atrapalhou a SERCOMTEL? Eu acho que atrapalharam.
Luiz Flavio
Laca jato, concordo absolutamente com vc! Explica aí dona Maria!
Lava jato neles
Maria, o que vc quer dizer? pelo que sei, Turini e Elza são totalmente isentos e absolutamente PROBOS!
José Roberto Tofano ( pai)
Órgão criado por um homem sério Dr. José H. Novais, Como Londrina regrediu.
Pra que
https://www.pacocacomcebola.com.br/geral/a-magoa-do-tiozao-antonio-belinati/
Eleitor
Política Folha de Londrina
11/03/2006
Vereadores protocolam projeto sobre plebiscito
Sete vereadores de Londrina protocolaram na noite de quinta-feira o projeto que prevê a revogação de parte da lei municipal número 7.347, que condiciona a perda do controle acionário da Sercomtel à realização de um plebiscito.
O inciso I do parágrafo 1º da referida lei, foi alterado em 30 de março de 2000, através de um projeto de autoria do vereador Tercílio Turini (PPS). Devido a essa alteração, o município foi obrigado a submeter a proposta de venda da Sercomtel Celular à uma consulta popular, realizada em agosto de 2001. Na ocasião, participaram do plebiscito 31,2 mil londrinenses, em que 16,5 mil optaram pela proibição da venda da empresa.
Quase cinco depois, a discussão retornou à Câmara após o prefeito Nedson Micheleti (PT) divulgar, no dia 15 de fevereiro, o prejuízo de R$ 4,6 milhões da Celular registrado em 2005. O projeto dos vereadores que pede a revogação da lei do plebiscito é datado do dia 16 de fevereiro.
Juristas consultados pela Folha foram unânimes ao afirmar que a revogação da lei do plebiscito não anula a consulta realizada em 2001 em relação à Celular. Na avaliação do professor de Direito Administrativo da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Antonio Baccarin, a revogação da lei também não retira a obrigatoriedade de realização de um plebiscito em caso de venda da Sercomtel Fixa. ”(Os vereadores) estão dando um tiro no pé. Na medida que revogam o dispositivo que exige o plebiscito, estão eternizando o resultado do plebiscito anterior. Isso não nulifica o resultado do plebiscito. O próprio plebiscito anterior criou uma analogia. Se foi realizado plebiscito para alienação da Celular, é óbvio que não poderão alienar a Fixa sem o plebiscito”, defendeu. ”A Fixa, se analisarmos do ponto de vista estrutural, técnico, é mais relevante que a Celular. Acho que não existe essa possibilidade de alienação sem consulta popular. Passou a ser uma exigência estrutural dentro do sistema. Não poderiam estar criando um critério de mera conveniência”, concluiu.
O vereador Renato Araújo (PP), autor do projeto, não foi localizado. Também assinam a proposta Orlando Bonilha (PL), Flávio Vedoato (PSC), Osvaldo Bergamin (PMDB), Renato Lemes (PL), Gláudio Renato de Lima (PT) e Lourival Germano (PT).
Cristiane Oya
Reportagem Local
Eleitor
O inciso I do parágrafo 1º da referida lei, foi alterado em 30 de março de 2000, através de um projeto de autoria do vereador Tercílio Turini (PPS). Devido a essa alteração, o município foi obrigado a submeter a proposta de venda da Sercomtel Celular à uma consulta popular – Plebiscito.
Maria Lucia Aguiar
Gostaria de ouvir um pronunciamento do Deputado Turini e da Ex- Deputada Elza Correia sobre isso? Se é que eles tem coragem?
Daniel Assis Junior
Ex-presidente da Sercomtel diz que nova diretoria chuta as leis contábeis e infla dívida
26/04/2017, 11:40
Nelson Bortolin/Folha de Londrina
O cálculo feito pela atual diretoria da Sercomtel, segundo o qual a dívida da empresa pode chegar a R$ 811 milhões, não faz sentido algum. É o que afirma Guilherme Casado, presidente da operadora no período de maio de 2016 a janeiro deste ano. Ele se diz surpreendido pelo valor que foi divulgado durante reunião realizada com os funcionários na última segunda-feira. E afirma que a planilha de dívida apresentada “vai contra os princípios das ciências contábeis”.
Um dos itens incluídos na conta e questionado por Casado é o prejuízo acumulado de R$ 190 milhões. “O patrimônio líquido (PL) é formado pelo capital inicial. Ele sobe quando tem lucro e baixa quando há prejuízo. Quando eu tenho um prejuízo acumulado, ele é amortizado no PL. Já foi realizado. Não gera desembolso contábil ou financeiro no futuro”, explica.
O ex-presidente também questiona os R$ 120 milhões de dívidas municipais. “No passado, a Prefeitura apresentou autos de infração contra a Sercomtel por supostas dívidas de ISS. Mas 90% deles foram anulados em primeira, segunda e terceira instâncias da Justiça. Para a maioria não cabem mais recursos”, alega.
Quanto às multas da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), de R$ 24 milhões, segundo Casado, elas não terão impacto no caixa da empresa porque serão trocadas por investimentos graças a um termo de ajuste de conduta (TAC) que será assinado entre a Sercomtel e o órgão regulador. “Outras operadoras também estão trocando dívidas por investimentos. O TAC com a Vivo já foi feito”, afirma.
Casado também critica o fato de a atual diretoria ter informado uma provisão de R$ 216 milhões para ações judiciais. “A maioria desses processos é classificada como ‘remota’. Ou seja, há remotas chances de que a Sercomtel venha a perdê-los no futuro”, ressalta. Ainda, para o ex-presidente, não faz sentido a empresa apresentar R$ 144 milhões como contas a pagar e nenhum centavo como contas a receber. Nas palavras dele, a atual direção está “rasgando os livros de ciências contábeis e econômicas”.
O ex-presidente alega que parte do prejuízo de R$ 17,1 milhões do ano passado é contábil, como a redução do capital social da Sercomtel Contact Center, de R$ 3,2 milhões. O resultado operacional, portanto, seria de R$ 13,9 milhões. “O resultado foi diretamente influenciado pela notória crise econômica enfrentada pelo Brasil”, destaca. Ele cita como exemplo de fatores que levaram ao prejuízo o aumento “sem precedentes” dos custos da energia elétrica, “principal insumo da indústria de telecomunicações”, e a “forte” desvalorização do real frente ao dólar. “80% dos equipamentos são importados e a inflação, num setor com margens deflacionárias, refletiu diretamente no resultado negativo de 2016”, declara.
Para Casado, a divulgação de uma dívida de R$ 811 milhões, “muito distante da realidade”, causa prejuízos à empresa, aos sócios (Prefeitura e Copel) e aos acionistas minoritários, antigos donos de linhas de telefones que receberam ações preferenciais da empresa. “Além disso, retira a credibilidade e qualquer perspectiva da empresa obter crédito junto a agentes financeiros.”
No balanço do ano passado, o total de passivos da Sercomtel é de R$ 238,9 milhões.
OUTRO LADO
A presidência da Sercomtel comentou, via assessoria de imprensa, que os números do balanço foram aceitos e confirmados por uma auditoria externa e independente e que os dados financeiros foram revelados por uma decisão do Conselho de Administração e podem ser checados. “O caminho para se recuperar a empresa passa por muito trabalho, maior agressividade comercial, revisão de contratos, excelência na defesa jurídica e respeito aos acionistas majoritários e aos cidadãos, através da absoluta transparência”, diz a nota enviada à redação.
Nelson Bortolin
Reportagem Local
Daniel Assis Junior
Presidentes anteriores
Guilherme Casado (gestão: maio a dezembro de 2016)
Christian Schneider (gestão: 2013 a maio de 2016)
Kentaro Takahara (gestão: 2012)
Roberto Coutinho Mendes (gestão: agosto a dezembro de 2011)
Fernando Lopes Kireeff (gestão: fevereiro de 2009 a agosto de 2011)
Mário Jorge de Oliveira Tavares (gestão: janeiro a fevereiro de 2009)
Gabriel Ribeiro de Campos (gestão: abril de 2006 a dezembro de 2008)
João Batista Rezende (gestão: 2003 a abril de 2006)
Francisco Roberto Pereira (gestão: 2001 a 2002)
Rubens Pavan (gestão: 1997 a 2000) ]
Daniel Assis Junior
Tribunal de Contas multa três ex-presidentes da Sercomtel – Bonde
https://www.bonde.com.br/…/tribunal-de-contas-multa-tres-ex-presidentes-da-sercomtel-…
16 de jun de 2017 – O Tribunal de Contas do Estado do Paraná julgou regulares com ressalva as contas dos presidentes da Sercomtel S.A. Telecomunicações em …
Daniel Assis Junior
Atual Diretoria do SERCOMTEL:
Diretora Administrativa
Eloiza Fernandes Pinheiro Abi Antoun
Diretora Financeira
Rosangela Miqueletti Martins de Oliveira
Diretor de Engenharia e Operações
Flávio Luiz Borsato
Diretor Comercial
Nilso Paulo da Silva – Indicado alex
Conselhos
Conselho de Administração
Membros
Luciano Kuhl
Maria Izabel Batista Alabarces – advogada do Escritório do Amaral
Junker de Assis Grassiotto – Ex- candidato a Vice do Marcelo
Osmari Penteado Santos
Flavio Montenegro Balan – ex – vendedor de refrigerante
Conselho Fiscal
Membros
Marco Aurelio Maestrelli da Silva
Yoshio Saito
Jeferson Aparício Feliciano