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Audio publicado pela Folha de Londrina complica vida do vereador Valdir do Santa Fé
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Cláudio Osti
Jornalista e editor do Paçoca com Cebola. Cobre a política de Londrina e do Paraná.
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12 comentários
A recente denúncia apresentada pelo jornalista Heraldo Farias sobre as graves infiltrações no telhado da Biblioteca Pública de Londrina é um soco no estômago de quem preza pela memória de nossa cidade.
Ver livros raros, itens insubstituíveis, sendo destruídos pela água da chuva dentro de um prédio histórico e tombado não é apenas uma falha de manutenção, é uma evidência de negligência administrativa que beira o crime.
O patrimônio público não se protege com notas de esclarecimento, mas com zelo e ação preventiva.
A responsabilidade por esse cenário recai diretamente sobre o Secretário de Cultura, Marcos Careca. A omissão diante da deterioração de um acervo bibliográfico e de um edifício protegido fere frontalmente a Constituição Federal (Art. 216) e a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98, Art. 62), que tipifica como crime a deterioração de bens tombados e arquivos públicos.
Além disso, a inércia da pasta configura clara violação ao Estatuto do Servidor de Londrina (Lei 4.928/92), que exige o dever de conservação do material confiado ao gestor, e à Lei de Improbidade Administrativa (Lei 8.429/92), pelo malbaratamento de bens de valor histórico e cultural.
Londrina não pode aceitar que sua história seja dissolvida por goteiras resultantes do desleixo. Esperamos que o Ministério Público e a Câmara Municipal cumpram seu papel fiscalizador e que os responsáveis por esse atentado à nossa cultura sejam devidamente punidos.
A cultura de uma cidade é seu maior legado e deixá-la apodrecer é um erro imperdoável.
Enquanto os processos se acontecem, há suplente de plantão, articulando dia e noite para herdar o mandato.
Vereador Sidnei Matias: O Improviso e a Ilegalidade na Gestão Pública de Londrina.
É estarrecedor observar o descaso com as normas técnicas e as leis municipais de Londrina. Recentemente, o vereador Sidnei Matias utilizou suas redes sociais para celebrar a aplicação de frisado asfáltico na Av. Prefeito Milton Ribeiro de Menezes. O que ele vende como conquista, a lei e a engenharia classificam como irregularidade e retrocesso.
Ao assumir o cargo, o parlamentar prestou juramento solene de cumprir a Lei Orgânica do Município de Londrina, que em seu Artigo 69 estabelece que a administração deve pautar-se pelo princípio da Legalidade e da Eficiência. Aplicar material de descarte (fresado) em uma avenida urbana, sem a compactação e o tratamento técnico exigidos pelo Código de Obras e pelas normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), é o oposto de eficiência. É um flagrante Ato de Improbidade Administrativa, pois utiliza recursos públicos (maquinário e servidores) em uma obra paliativa, sem laudo técnico, IAT, SEMA, que será desfeita na primeira chuva.
Historicamente, esse tipo de quebra-galho nunca foi permitido em vias urbanas de Londrina, justamente por não oferecer a segurança viária exigida pelo Plano Diretor (Lei Complementar nº 106/2008). O material solto oferece risco imediato de quedas para motociclistas e ciclistas, além de gerar poeira e lama, degradando a infraestrutura que deveria ser preservada com asfalto novo e de qualidade (CBUQ).
A prova incontestável desse descumprimento legal está publicada nas próprias redes sociais do vereador, que confessa a autoria e a articulação de uma intervenção que atropela as normas vigentes. Onde está a fiscalização da Secretaria de Obras? É inadmissível que o dinheiro do contribuinte seja usado para financiar o amadorismo. Exigimos que a Câmara Municipal e o Ministério Público do Paraná apurem esta conduta que fere o decoro parlamentar e o compromisso constitucional com a legalidade.
Tiago Amaral é o rosto da traição eleitoral.
Eleito exclusivamente por escorar-se na imagem de Bolsonaro, ele hoje cospe no prato que comeu ao desfilar impunemente ao lado de figuras como Lenir de Assis e o condenado André Vargas.
Vivian Feijó faz o mesmo ao lado de Vargas e Enio Verri.
Enquanto a cidade mergulha em uma bagunça administrativa sem precedentes, o prefeito prova que seu suposto conservadorismo foi apenas um disfarce oportunista para capturar votos.
O sentimento nas ruas é de um arrependimento profundo, o eleitor confiou em um aliado da direita e recebeu um político que troca princípios pela companhia da esquerda e do que há de mais atrasado na política.
Eles ignoram Bolsonaro.
A ingratidão de Amaral é uma bofetada em quem acreditou na sua mudança
Ah, pronto. Chegou a viúva do Bolsonaro. Vai lá na Papudinha visitar seu mito, vai.
Com o Ratinho candidato a presidente contra Flávio Bolsonaro, e em disputa direta pela sucessão do Palácio Iguaçu entre Sérgio Moro x Guto ou Curi como ficará o posicionamento do prefeito do PSD e seu vice do PL, vai acabar o “amor”?
E a Rural: Quem virá para a abertura da Expô Londrina? O Ratinho ou o Flávio Bolsonaro? Corre na boca pequena que o Tiago vai de Ratinho, o Júnior Rosa de Flávio Bolsonaro e o Povo de Lula.
Quá Quá Quá Quá Quá Quá
Alguém precisa avisar ao prefeito Thiago Amaral que Londrina não é o Vale do Silício, mas o dinheiro que sai daqui é bem real.
Gastar R$ 300 mil por mês em um aplicativo é um tapa na cara de quem espera por exames e asfalto. O mais curioso é que esse valor equivale ao subsídio de todos os 19 vereadores da cidade somados. Ou o aplicativo faz o trabalho de fiscalização e legislação de uma Câmara inteira, ou estamos pagando muito caro por um luxo tecnológico.
É o governo do clique aqui enquanto o povo paga ali.
Um deboche completo com a nossa democracia municipal.
Agora são três vereadores com problemas na Casa de Leis:
Emanoel Gomes, Anne da Ada e Santa Fé.
O primeiro já tem pedido de cassação protocolado.
Cadê o MP?
Silente e pendurado?
A política londrinense vive dias de incerteza que merecem a atenção do eleitor.
Atualmente, três vereadores enfrentam processos graves: Emanoel Gomes (Republicanos), por cercear a liberdade de imprensa, além de Anne da Ada (PL) e Valdir Santa Fé (PP), ambos sob suspeita de ‘rachadinha’.
Caso os afastamentos se concretizem, veremos rostos conhecidos e novos nomes assumindo as cadeiras, como o experiente jornalista Diogo Hutt da TV, o ex-vereador Jamil Janene e possivelmente Alex do Coco (caso o secretário Nantes opte por seguir no Executivo).
Com a proximidade das eleições 2026 e a provável ascensão de Deivid Wisley e Jessicão a outros postos, nomes como Ronaldo Siena e a ex vereadora Daniela Ziober também aparecem no radar.
É fundamental que a população acompanhe essa movimentação, pois o futuro de Londrina depende da integridade de quem ocupa essas vagas.
O Renato Lima Castro voltou as origens.
Continue assim Promotor.
Vamos precisar muito dos seus trabalhos.
Quem sabe será nosso Prefeito em futuro BREVE.
O nobre edil , tem várias indicações de pessoas na prefeitura, e em mais órgãos municipais, e do Estado será que estes funcionários também não estão no esquema das rachadinhas.E preciso investigar a fundo!