Dias atrás estava no Terminal e presenciei a abordagem insistente e agressiva de alguns pedintes. Um idoso, em cerca de 20 minutos, se viu obrigado a dar dinheiro para três deles.
Nas abordagens eles, inclusive, explicam para onde vai o dinheiro: “é pra comprar cachaça”, “preciso comprar crack”.
Funcionários dizem que o grupo está morando no Terminal. “A gente se sente ameaçada, eles parecem estar sempre ‘noiados’ e a gente não sabe qual será a reação. Já vi barbaridades aqui nos últimos meses”, disse uma mulher que há anos trabalha no local.




