
Valéria Araújo, esposa do delegado federal londrinense Gerson Machado, considerado o cara que puxou primeiramente o fio da meada que desencadeou a Operação Lava Jato, filiou-se ao Podemos.
Machado, eternizado pela série do Netflix “O Mecanismo” pelo personagem Marco Ruffo, foi entrevistado dias atrás pelo jornalista Robe
rto Cabrini (SBT) (veja aqui)





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E na reportagem entrevista do Conexão Repórter soubemos:
– O Delegado Gerson Machado não aguentou a pressão
– ficou doente e foi aposentado depois – aos 49 anos
– não enfrentou dedicamente os poderosos como o deputado José Janene e o pessoal dele no ‘Departamento’, além da astúcia dos advogados de Alberto Youssef que o chamou de PERSEGUIDOR PESSOAL
– e o PROCURADOR Deltan Dallagnol sugeriu que ele se afastasse do caso Alberto Youssef. Sabe-se lá por que.
– e ainda pintou na telinha a indicação do Sandro Roberto Viana dos Santos como delegado chefe de Londrina por conta da indicação de José Janene e Paulo Bernardo
Lula e os inimigos da Lava Jato:
https://www.youtube.com/watch?v=NY2DESeLeW8&feature=youtu.be
Parte 1
https://www.youtube.com/watch?v=aHQdDMZAAfw&feature=youtu.be
Parte 2
https://www.youtube.com/watch?v=ixBJP50ozM0&feature=youtu.be
CPI
http://www.camara.leg.br/internet/sitaqweb/textoHTML.asp?etapa=11&nuSessao=1171/15&nuQuarto=0&nuOrador=0&nuInsercao=0&dtHorarioQuarto=09:30&sgFaseSessao=&Data=14/7/2015&txApelido=CPI%20-%20PETROBRAS&txFaseSessao=Audi%C3%AAncia%20P%C3%BAblica%20Ordin%C3%A1ria&txTipoSessao=&dtHoraQuarto=09:30&txEtapa=
O SR. DEPUTADO LUIZ SÉRGIO – E o Sr. Roberto Bertholdo, que foi aqui um assessor parlamentar, foi Conselheiro da Itaipu Binacional? A senhora conheceu essa pessoa? Ele frequentou a sua casa no Paraná?
A SRA. STAEL FERNANDA JANENE – Eu estive com o Bertholdo algumas vezes no Paraná, na ocasião do lançamento de campanha, que eu me lembro bem. E eu acho que só desse lançamento de campanha mesmo. Depois devo ter estado outras vezes com ele em Curitiba, alguma coisa assim.
O SR. DEPUTADO LUIZ SÉRGIO – A afirmação do Sr. Bertoldo de que ele disse: que a 2ª Vara Criminal tinha criado a indústria da delação premiada; que o Youssef tinha entregado todos os doleiros do Brasil inteiro e se apropriou dos seus clientes; que ele operava com o grupo da Nelma, que hoje está presa – que era de Santo André -, e com o Funaro; e que essa ação do Youssef, na sua primeira delação premiada de entregar praticamente todos os doleiros do Brasil e proteger os seus amigos, acabou controlando 80% do câmbio paralelo do País. Em algum momento a senhora… Esse Sr. Berhtoldo conversou, ou a senhora ouviu esse comentário do Sr. Bertholdo?
A SRA. ESTAEL FERNANDA – Nunca. Nunca.
a capitã nascimento do Paraná
https://www.oantagonista.com/brasil/esposa-de-delegado-que-investigou-yousseff-vai-se-candidatar/
https://www.oantagonista.com/brasil/pf-anda-em-circulos/
A PF anda em círculos
Brasil 12.04.18 12:22
A prisão de Meire Poza por envolvimento em fraudes nos fundos de pensão dos municípios sugere que a contadora prestou serviços para outros grupos e doleiros – não apenas Alberto Youssef.
Para entender o caso, é preciso voltar à origem da Lava Jato.
Dono do Posto da Torre (que batizou a Operação), o doleiro Carlos Habib Chater foi flagrado em escutas com o também doleiro Fayed Traboulsi, alvo de outra operação (Miqueias) sobre fundos de pensão municipais.
Poza sempre posou de vítima, inclusive quando um incêndio criminoso lambeu seu escritório e, com ele, todos os arquivos que a PF deixou intactos por não terem relação direta com a Lava Jato.
Tudo indica que Alberto Youssef integrava também um ‘club vip’ – como o das empreiteiras -, só que formado por doleiros.
Sua contadora, pelo visto, deixou de revelar muita coisa. Enquanto isso, a PF anda em círculos.