
A vereadora Rosane Bonho (PP), de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, foi denunciada criminalmente pelo Ministério Público Estadual (MP-PR) por nepotismo e falsidade ideológica.
Ela e um ex-assessor parlamentar devem responder por improbidade administrativa em uma ação civil pública ajuizada também pelo MP-PR na segunda-feira (1º).
De acordo com o apurado pela 6ª Promotoria de Justiça de Foz do Iguaçu, em fevereiro de 2017 a vereadora nomeou como assessor parlamentar o padrasto de seu marido, o que caracteriza a prática de nepotismo.
O parente de Rosane foi exonerado no dia 17 de julho.
A vereadora, conforme a promotoria, também cometeu crime de falsidade ideológica ao encaminhar um ofício à Câmara Municipal com a indicação da nomeação, alegando não existir vínculo familiar entre eles.
Já na ação civil pública, o Ministério Público pede que Rosane e o ex-assessor sejam condenados à perda da função pública – quando houver – e à suspensão dos direitos políticos, além do pagamento de multa e ressarcimento do dano causado aos cofres públicos.




