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quinta-feira, 29 de outubro de 2026
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Comando da PM volta atrás e mantém comandantes de Cornélio em seus cargos

Por Cláudio Osti

Comando da PM volta atrás e mantém comandantes de Cornélio em seus cargosDepois da decisão tumultuada do comando da PM do Paraná de transferir o comandante major Jeferson Agenor Busnello e o sub-comandante Helder Dantas Junior do batalhão de Cornélio Procópio para Londrina, após as manifestações de PMs contra o governador há alguns dias, houve um recuo.

O comandante da PM do Paraná, Coronel Hudson, diante das manifestações de entidades empresariais e de políticos da região, decidiu desdecidir o que havia decidido e anulou as transferências dos dois.

Quem entende do riscado, diz que o atropelo e o vexame na visita de Ratinho Jr deveria ser atribuído a Casa Militar, que é a responsável pelos deslocamentos e segurança do governado pelo Estado.

Segundo o deputado Luiz Cláudio Romanelli os oficiais Busnello e Dantas, como responsáveis pelo 18º. Batalhão, ganharam reconhecimento, respeito e apoio de toda a região pela seriedade do trabalho desenvolvido pela Polícia Militar na área de abrangência da unidade. O deputado defendeu, desde que divulgada a decisão de afastamento, o retorno do dois.

Enquanto o pau tora no Paraná, com greves, insatisfação nas policias e entre os servidores, Ratinho Jr descansa em algum paraíso deste mundão, até porque, segundo os seus mais chegados assessores neste este é o Paraná que trabalha.

Bom, há controvérsias.

Gostou? Mande para quem acompanha o assunto.

Cláudio Osti
Cláudio Osti

Jornalista e editor do Paçoca com Cebola. Cobre a política de Londrina e do Paraná.

Sobre o editor
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2 comentários

  • Ser servidor no Estado do Paraná é largar na prateleira do supermercado uma bandeja de mussarela de R$ 7,94 pq você achou uma de R$ 7,32…………….triste realidade.

  • Bons tempos eram aqueles da ditadura militar. Polícia não participava de protesto contra governador nomeado pelo general presidente. Se participasse, no dia seguinte (ou ate antes) era recolhido ao quartel. O agitador era expulso da corporação e tratado como terrorista comunista. Nenhum comandante voltava atrás em suas decisões. O que tinha decidido era palavra final. Se voltasse atras favorecendo comando que apoiasse ou fizesse vista grosa pra agitador, o governador afastava o comandante vacilão. Bons tempos aqueles que tinha disciplina nas forças de segurança. Saudades da ditadura militar quando tinha ordem no país e muito progresso na economia.

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