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6 comentários
A direita está feita como cachorro caído de mudança, tanto alarde por uma propaganda de sandálias, esquecem que o sangue de todos é vermelho e se o coração estiver na direita é anormal.
Melhor pararem com tanta idiotia.
Esquerda calça Havaianas e a Direita uma Tornozeleira Eletrônica.
Um ano de Tiago Amaral: temos mesmo prefeito?
Completado um ano de gestão, a pergunta continua: Temos mesmo um prefeito?
Muita gente nem lembra quem está no comando da cidade. Tiago Amaral? Quem é ele?
A sensação é que Londrina engatou marcha a ré.
A Região Norte, reduto do vice-prefeito Santos Rosa, segue abandonada.
Nada mudou ou melhor, só a decoração de Natal, com um Papai Noel que mais parece um espantalho à beira do Lago. Nem a fantasia escapou do mau gosto.
Enquanto isso, os vereadores, sob a liderança do presidente Emanuel Gastão Gomes, só pensam nos próprios benefícios.
Projetos que favorecem a população são ignorados.
A prioridade é verba, assessores e regalias.
A saúde pública, que já enfrentava dificuldades, piorou drasticamente. Postos sucateados, demora no atendimento e falta de medicamentos viraram rotina. E os secretários nomeados? Muitos sequer conhecem Londrina ou o serviço público. Estão mais perdidos que GPS sem sinal.
Se o primeiro ano era pra mostrar a que veio, o resultado é fraco.
Um governo apagado, distante da população e cercado por um legislativo que trabalha contra o povo. E ainda faltam três anos… Londrina merecia mais. Muito mais aos 91 anos de idade.
Antonio Xavier, um pagador de impostos e bobo por acreditar em mudanças.
Antonio Amaral não se elege deputado estadual com o apoio de Tiago Amaral pelo PSD.
Repete Emília Salles Belinati e Antonio Carlos Salles Belinati em 2002 depois do rombo AMA COMURB.
Repete Antonio Casemiro Belinati em 1982 depois de trair o MDB e pular para a Arena.
Repete Marcelo Martins Belinati em 2016 ao lado de Junker Grassioto e perder para A. Kiblefe.
Uma marca não se torna neutra apenas por dizer que é do povo. Neutralidade não é discurso. É prática.
Ao se associar abertamente a símbolos e figuras de um campo político específico, a Havaianas rompeu com a postura que a consagrou, ser de todos, sem bandeiras ideológicas.
Não se trata de mimimi, é comunicação.
Em um país rachado como o nosso, símbolos têm peso.
Fingir que não têm é subestimar a inteligência de um público fiel, que por décadas viu na marca justamente um espaço de identificação sem cobrança ideológica.
A Havaianas ainda é grande, mas está longe de ser imune.
E a crítica que surgiu não foi contra o Brasil, foi contra o uso político de um produto que sempre foi símbolo de união justamente por não se meter nisso.
Ser do povo é respeitar a diversidade de pensamento.
Isso vale mais que slogan.
Logo após algum bolsonarista “descobrir” que os chinelos Havaianas já calçaram os pés de Lênin, de Mao Zedong e que agora George Soros usa esses chinelos para implantar o comunismo no Brasil, os bolsonaristas entraram em êxtase. A extrema direita babava seu ódio na internet contra a propaganda bem humorada e comemorava a queda de 2% das ações da empresa fabricante desses chinelos na Bolsa de Valores. Que tristeza… Um dia depois, as ações da Havaianas cresceram 3%. Com certeza, os baba-ovos do genocida já devem estar acusando os acionistas da Havaianas de comunistas radicais. Que comédia!