
de O Antagonista
O irmão do deputado bolsonarista Filipe Barros (foto), Lucas Barros Baptista de Toledo Ribeiro, foi “promovido” no Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos.
Nesta quinta-feira (9), o servidor foi nomeado chefe de gabinete da Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, de acordo com uma portaria publicada no Diário Oficial da União.
Ele assume o posto na próxima segunda-feira (13). Lucas trabalha na pasta desde 2019.
A nomeação é assinada pela secretária-executiva Tatiana Barbosa de Alvarenga, que está substituindo Damares como titular da pasta. A ministra viajou para Dubai para participar de um evento patrocinado pela Assembleia Legislativa do Pará.















8 comentários
Gláucia
Nepotismo é uma prática recorrente nos governos e no parlamento. É um escândalo.
Genildo
Petralha aceita qualquer cargo que de dinheiro fácil e que se possa tirar 3% em qualquer licitação, a história já confirmou isso várias vezes. Os fracassos do PT, e que não foram poucos, foram em decorrência do que? Dos PETRALHAS mesmo, tal qual esse governo. Deve ter achado bonito Dilma ter nomeado um ministro de tecnologia e ciência que era dono de restaurante……..
Genildo
Mas…….queria o que? Um Petista? Quando o PT estava no poder eles só nomeavam petistas e encaixavam alguns membros dos partidos satélites então é natural que isso ocorra….. eu hein……
Décio Paulino
E o senhor acha que um petista iria aceitar um cargo de confiança em um governo neofascista? O divertido é que uns babacas viviam acusando o PT de aparelhar o Estado, mas o governo Bolsonaro faz muito pior. O presidente nomeia civis e militares aos montes sem qualquer capacidade de exercer a função. Ou o senhor acredita que os fracassos desse governo decorrem da vontade de deus? Quando o PT estava no governo, o presidente nomeava o primeiro de lista tríplice para Procurador-Geral da República, para reitores de universidade federais,.. não esses capachos nomeados pelo direitista que logo logo será escorraçado do governo.
Décio Paulino
Na ditadura, eram os pais direitistas que mamavam nas tetas dos cofres públicos. Naqueles tristes anos, os cargos públicos eram distribuídos pelo caciques que controlavam a Arena, o braço político do governo militar. Agora Bolsonaro devolve esses cargos multiplicados para os descendentes dos velhos amigos da ditadura e para milhares de militares. Se Bolsonaro pudesse, ele acabaria até com os concursos públicos. Ainda há muitos bolsominions à espera de um carguinho comissionado. E, como nos velhos tempos, a direita usa os cargos públicos como seu patrimônio particular. Para ela, nada de concurso público. Cargo público só por indicação. Essa mamata vai acabar logo logo…
Satanás
Caralho! Com um nome pomposo desse, ele deveria ser o próprio ministro! Que humildade aceitar o carguinho de chefe de gabinete. Será que ele também viu Jesus na goiabeira? Quá! Quá! Quá!
Miranda
Esse Filipe Barros é aquele que “trouxe” a escola de sargentos para Londrina?
Aluisio
O brother do Filipe deve ser muito competente, igual ao tio que tava nomeado na prefeitura do Belinati. Como diz o presidente do qual o Filipe Barros é fã: FAMILIA em primeiro lugar.