E entre os convidados estará Padre Kelmon, do PTB. Está mais para um outsider do que realmente candidato com interesse em vencer eleição.
Guindado de ultima hora para ser candidato no lugar de Roberto Jefferson, o eterno presidente do PTB que tentou registrar a candidatura à presidência mas foi impedido pelo o singelo motivo de estar preso, Kalmon é ainda desconhecido do grande público.
No site do PTB, o candidato do partido é definido como: “Homem cristão, conservador e de direita, que sempre se dedicou à igreja e ao combate da esquerda no país”.
Padre Kelmon fundou e coordena o Movimento Cristão Conservador Latino-Americano e esteve à frente do Movimento Cristão Conservador do PTB, do qual se licenciou antes de ser escolhido como o candidato do partido ao Planalto.
Indicado como representante do PTB, Kelmon apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral o mesmo plano de governo de Roberto Jefferson, que cita a valorização de Deus, da família (sendo contra o aborto) e da liberdade, prometendo intensificar a agenda de privatizações, convocar uma nova Assembleia Constituinte, reduzir a carga tributária, pôr fim à estabilidade dos servidores públicos, proibir a legalização, plantio, cultivo e comercialização da maconha e criminalizar a “cristofobia”.
— Nós estamos nessa luta para defender os valores e princípios da Direita. A nossa vida Cristã é regida pela vontade de Deus e eu acredito nisso piamente. Eu me sinto honrado por oferecer o meu nome, a minha vida à nossa Pátria. Precisamos garantir que a Direita permaneça no governo do nosso Brasil — disse o candidato, por meio de nota.
No debate entre os candidatos à presidência, no SBT, dias atrás, Kelmon assumiu o papel de escada para Bolsonaro, como Roberto Jefferson já havia previsto que seria o papel do PTB nesta eleição.
Apesar de se apresentar hoje como defensor da direita no país, o religioso foi filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT) entre 2002 e 2009. Ele diz que se arrepende dessa filiação, que define como “ato da juventude”. Antes do PT, Kelmon passou pelo Partido Social Cristão (PSC).
A campanha de Padre Kelmon arrecadou R$ 1,545 milhão em receitas, segundo informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Destes, R$ 1,540 milhão – ou 99,68% – vêm da direção nacional do PTB.
*Com informações da Gaucha ZH















2 comentários
Satanás
Imagine a situação de uma candidatura de merda a ponto de precisar do apoio de um ex-petista do nível do padre Kelmon. Quá! Quá! Quá!
Anubian
Vai ser um team match!
Equipe Extrema Direita Fascista Ditatorial Neo-Nazista: Bolsonaro e Kelmon
Equipe Unidos Pela DEMOCRACIA™: Nove Dedos, Soraya, Simone e Bonner
Entrada solo: Ciro “El Putasso” Gomes
Entrada solo: Felipe “Don Isenton” D’Ávila