Como as nuvens do céu, a política e seus personagens são fluidos.
Veja como são as coisas. O ex-prefeito de Cornélio Procópio, Amin Hanouche, ao deixar a prefeitura foi acolhido pelo governo de Ratinho Jr e abrigado em cargo em comissão. Fazia parte do grupo.
Foi Assessor na Casa Civil: Nomeado em abril de 2025 para o cargo de Assessor, Símbolo CCE-6, conforme o Decreto Estadual nº 9577/2025. Esteve na Superintendência Geral de Articulação Regional: Pouco após sua nomeação na Casa Civil, foi designado para atuar nesta superintendência, que é vinculada à pasta e foca no diálogo com municípios do Paraná. E até abril deste ano, passou pela Secretaria de Estado da Infraestrutura e Logística.
Nem bem foi exonerado, o que fez Hannouche que diz ser pré-candidato a deputado federal? Filiou-se ao PL e está declarando apoio a Sérgio Moro, adversário do grupo de Ratinho Jr, seu ex-patrono.
Como explicar isso ao eleitor?
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5 comentários
Luiz Abissal
Puxem as relações de Amin e avalio Hannouche com Luiz Abi Antoun e poderão ver o tamanho da incoerência de Sérgio Judge Monroe. Vale tudo por poder. Moro precisa ser desmascarado e através das conexões dos irmãos Hannouche com Luiz Abi não será difícil mostrar ao Paraná quem é Sérgio Moro, um homem que faz QUALQUER coisa por poder.
Rosangela da Rádio
Ferrou a eleicão da BARBIE Luzia Canziani.
Vereadora estava de bom tamanho pra essa guria.
Muito fraca.
Luiz Flavio
É da família do KIBERAMA de Londrina.
Cadê o MP
O esquema do sistema Massa Rstinho fez a cristianização em vida de Sandro Alex, o laranja.
Vai passar um tempo no luxuoso chalé dele no Morro dos Anjos para encontrar o prumo?
RATINHO JUNIOR nomeou dia 16 de abril a ex vice de Amin Hannouche, candidata dele derrotada a prefeita, como chefe da regional de Saúde.
Ela Angélica Olchaneski é investigada e processada pelo MP quando era Secretária da Saúde em Cornelio Procópio.
Um vereador perdeu o mandato recentemente por ser furafila da Saúde lá.
Olha a irmã dela:
https://www.transparencia.pr.gov.br/pte/pages/pessoal/remuneracoes/exibir_remuneracao?windowId=a95
Microempresária Fabiana Olchaneski Hannouche.
Foi Diretora da Regional de Saúde. Irmã da atual indicada por Ratinho Junior, casada com o filho do irmão Kalil Hannouche, e hoje é secretária municipal de saúde no Barra do Jacaré.
https://www.transparencia.pr.gov.br/pte/pages/pessoal/remuneracoes/exibir_remuneracao?windowId=c24
Luiz Antonio Olchaneski, irmão boleiro da Angélica Olchaneski.
O faz de conta do Amin Romanelli – um vai com Moro e outro protege os encarregados dos cargos no governo Ratinho.
https://www.pacocacomcebola.com.br/destaque/deputado-romanelli-bravo-com-a-trairagem-do-ex-prefeito-de-cornelio-amin-hannouche/#brxe-xpsvlm
https://impactopr.com.br/romanelli-diz-que-amin-desconsidera-coerencia-e-reforca-unidade-na-construcao-do-parana-prospero/
Chifre, choro e ranger de dentes na ALEP https://www.esmaelmorais.com.br/amin-pl-romanelli-fogo-amigo-alep/
Engana que gostam.
https://www.facebook.com/share/1A4ERapLds/?mibextid=wwXIfr
Quantos cargos Amin Hannouche, o bergamota ou a poncã, mantém no governo Ratinho Junior?
Cadê a linha de caráter?
https://www.zebeto.com.br/2026/04/18/jornal-do-cinico-7622/#comments
Amin Hannouche parece ter decidido que a coerência é um detalhe dispensável — daqueles que se joga fora junto com o discurso antigo quando a conveniência bate à porta. Afinal, estamos falando de alguém que orbitou um grupo político ligado a figuras como Beto Richa e Luiz Abi Antoun, nomes envolvidos em investigações e escândalos no Paraná, e que agora resolve posar ao lado de ninguém menos que Sérgio Moro.
Sim, o mesmo Sérgio Moro que, quando vestia a toga, não tratava esse círculo como “parceiros”, mas como alvos de operações, chegando a apontar indícios de “grande corrupção” e esquemas complexos ligados ao grupo de Richa. Ou seja: ontem era caso de polícia, hoje virou palanque.
Amin, ao se alinhar a Moro, faz algo que beira o constrangedor: se submete politicamente a quem ajudou a desmoronar o ambiente político dos seus próprios aliados. É como aplaudir o incêndio depois de perder a casa — desde que renda um cargo ou uma foto conveniente.