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Cláudio Osti

Número de candidatos ao Senado pela Direita do Paraná pode pulverizar votos

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Número de candidatos ao Senado pela Direita do Paraná pode pulverizar votosAliás, falando sobre a disputa pelo Senado – são duas vagas nesta eleição – há um projeto já até muito propalado por partidos de direita, em especial o PL, que deseja conquistar o maior número de cadeiras possíveis para fortalecer a bancada e “enquadrar o STF”

Lembrando que é o Senado que tem o poder de propor o impeachment de ministros do Supremo.

Mas talvez a estratégia não esteja sendo adequada. No Paraná, por exemplo, a esquerda lançou uma candidata – Gleisi Hoffmann – para ser competitiva e outro de apoio Doutor Rosinha. Enquanto que a direita tem uma penca de candidatos o que pode provocar a pulverização dos votos.

Veja a postagem do blog do Tupan falando sobre essa estratégia:

Uma questão que vem incomodando os grupos de direita do Paraná é o número de candidatos ao Senado Federal: Alexandre Curi (Republicanos), Deltan Dallagnol (Novo), Filipe Barros (PL), Cristina Graeml (PSD) e Karen Guerreiro (Missão) contra apenas dois nomes da esquerda, Gleisi Hoffmann (PT) e Dr. Rosinha (PT). 

A divisão da direita pode beneficiar as candidaturas do Partido dos Trabalhadores que historicamente consegue bater em torno de 25% a 30%.

Como o governo Lula distribuiu muitos recursos para pequenas e médias cidades paranaenses, muitos prefeitos estão com Alexandre Curi como primeiro voto e Gleisi Hoffmann como segundo, podendo furar o bloqueio do voto ideológico.

O ideal para direita seria manter apenas dois candidatos, para fazer o confronto direto com a esquerda, aí sim o jogo mudaria, sem a fragmentação dos votos entre os muitos candidatos, tirando a chance do PT ficar com uma cadeira.

Há ainda o voto útil, a população optar por dois candidatos, como aconteceu em 2018 quando Oriovisto Guimarães (Podemos e hoje no PSDB) e Flavio Arns (Rede e hoje no PSB) entraram como surpresas.

Ontem, dia quatro de agosto, se falou que havia a possibilidade de Filipe Barros tentar a reeleição de deputado federal para não correr o risco de ficar sem mandato, mas logo desmentido pela assessoria do candidato ao Senado. 

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