Da Revista Forum
A operação Bazaar, desencadeada na manhã desta quinta-feira (5) em ação conjunta entre a Polícia Federal, a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em São Paulo (FICCO/SP), o Ministério Público e a Corregedoria da Polícia Civil paulista, mira dois doleiros ligados a Alberto Youssef, pivô da Lava Jato, envolvidos em um suposto esquema de corrupção policial voltada à proteção de uma organização criminosa especializada em lavagem de capitais.
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Ele foi investigado e condenado na Lava Jato por envolvimento em operações ilegais de câmbio e lavagem de dinheiro que integravam o esquema de propina ligado ao caso Petrobras. Em delação, Meirelles afirmou que suas empresas eram usadas para simular contratos fictícios e transferências de dinheiro para o exterior solicitadas por Youssef.
Já Meire Poza foi contadora que prestou serviços para o doleiro Alberto Youssef. Ela atuou como testemunha e colaboradora das investigações, trazendo relatos e dados sobre o funcionamento interno das operações de pagamento e movimentação de dinheiro ilícito ligadas ao doleiro Youssef.
Corrupção
Segundo as investigações, o grupo criminoso era composto por doleiros, operadores financeiros e indivíduos com extenso histórico de prática de atos de lavagem de capitais. A organização atuava de forma coordenada para assegurar a continuidade das práticas criminosas e evitar a responsabilização de seus integrantes.
Para isso, fazia pagamentos sistemáticos de vantagens indevidas a agentes públicos, além de adotar estratégias de fraude processual, manipulação de procedimentos investigativos e destruição de provas no âmbito de inquéritos policiais.
No total, estão sendo cumpridos 25 mandados de busca e apreensão, inclusive em unidades policiais, além de 11 mandados de prisão e seis mandados de intimação relativos a medidas cautelares diversas da prisão, direcionados a integrantes da organização criminosa, advogados e policiais civis.
“Por fim, em reunião conjunta com a Corregedoria da Polícia Civil, deliberou-se pela realização de correições extraordinárias em todas as unidades policiais envolvidas para promover a responsabilização disciplinar e apurar eventuais outros ilícitos ocorridos nas repartições”, diz o MP em nota.















4 comentários
Genildo
Sempre os mesmos…….se tivesse levado uma perpétua talvez não estivesse acontecendo novamente……
” O SISTEMA É FODA, E SABE QUEM SUSTENTA?”
Segue
Vorcaro de Londrina esse Alberto Youssef.
Cambé tem o Credcesta da Bahia?
Jordão Bruno
Com certeza tem no governo estadual do ratinho Jr.
marcos antonio tolomeu
Beto Youssef de Novo!!!!!
Voltando a mídia, ai faz delação premiada novamente e fica o dito pelo nãodito.
Piada