
O prefeito Tiago Amaral anunciou hoje de manhã, durante a apresentação dos 71 novos ônibus que irão compor a frota da cidade, que não irá aumentar a tarifa do transporte coletivo que hoje custa R$ 5,75.
Há semanas a prefeitura estudava as planilhas de custo.
Obviamente para não aumentar o valor da tarifa para o usuário, a prefeitura terá que arcar com a diferença da tarifa técnica que hoje é de R$ 11,80, no caso da Transportes Coletivos Grande Londrina e R$ 10,20 (Londrisul).
Assumir parte do valor da tarifa pelo poder público é uma tendência de diversas cidades de pequeno e médio porte. Nas grandes cidades, opta-se por horários ou dias específicos para reduzir ou dar gratuidade na tarifa (veja abaixo).
E porque isso está acontecendo. É uma forma de incentivar as pessoas a andarem de busão. As vantagens são interessantes: reduz carros nas ruas; há menos emissão de poluentes; aumentam as vagas para estacionamento; reduz o desgaste das pistas, etc, etc..
- Cidades menores: Maricá (RJ), Ibirité (MG), São Caetano do Sul (SP), Luziânia (GO), Itapetininga (SP), Balneário Camboriú (SC), entre outras.
- Capitais com gratuidade parcial:
- São Paulo: Domingos e alguns feriados.
- Maceió: Domingos.
- Palmas: Finais de semana e feriados.
- Florianópolis: Último domingo do mês e domingos durante o verão.
- Belo Horizonte: Linhas que atendem comunidades periféricas.
- Fortaleza: Focada nos estudantes.
- Goiânia: Trabalhadores com cota de viagens financiada pelos empregadores.
- São Paulo: Domingos e alguns feriados.














