O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos – PB), diz que há um acordo com o governo federal para poder votar o Projeto de lei Antifacção. A votação pode ocorrer ainda nesta terça-feira (24).
O projeto é discutido no Congresso Nacional desde 31 de outubro do ano passado, data em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou a matéria para ser analisada.
Na Câmara, o texto foi modificado pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP) e não houve consenso entre os líderes dos partidos para votação em 2025. Motta, em entrevista nesta terça à imprensa, afirmou que, depois de uma longa discussão, foi possível entendimento com a equipe técnica do governo para finalmente votar o projeto.
“Sem amplas divergências como tivemos na outra votação aqui na Câmara dos Deputados. Isso, na minha avaliação, é um esforço conjunto para que possamos colocar a segurança pública, o enfrentamento às facções criminosas como prioridade”, afirmou o presidente da Câmara,.
>> Entenda o que é o projeto de lei Antifacção
“Endurecimento de penas”
Ele afirmou que a votação é fundamental para enfrentar o avanço do crime organizado.
“Eu penso que o PL Antifacção traz o endurecimento de penas e uma atualização desse novo marco legal”. Segundo Motta, o projeto terá o nome do ex-ministro Raul Jungmann (que morreu em janeiro).
O presidente da Câmara afirmou que, para o acordo de votação, houve a participação do ministro da Justiça e da Segurança Pública, Wellington Lima e Silva.
“O relator está atendendo a mudanças (solicitadas pelo governo). O texto leva em consideração aquilo que também foi aprovado no Senado Federal”, disse.

















7 comentários
Big Brother
A arquiteta retirou postagem.
Mas, estamos de olho e vamos fiscalizar com vídeos e fotos.
Horário de trabalho é sagrado.
Pode Arnaldo ?
Uma arquiteta nomeada em órgão público dedicou a tarde, em pleno horário de expediente, à organização de um evento particular na cidade, e fez questão de compartilhar nas redes sociais que estava ministrando orientações sobre etiqueta.
Aí já é esculhambação.
CELEPAR : Mega Auditoria JÁ
Celepar e um antro de suspeitas e contratos suspeitos, MPPR, investigue AGORA todos os contratos desde 2018!
Desde a transição caótica entre o governo Cida Borghetti (2018) e o de Ratinho Junior (2019), o Paraná assiste a um filme de terror institucional na Celepar.
Na época, o novo governador prometeu um pente-fino rigoroso em todos os contratos recentes do governo anterior, incluindo os de tecnologia, para evitar irregularidades e garantir transparência (Folha de Londrina, janeiro de 2019). Cida Borghetti rebateu, dizendo que qualquer auditoria provaria a excelência de sua gestão.
Passados mais de sete anos, nada aconteceu de concreto e público. Onde está essa auditoria prometida?
Por que até hoje ninguém prestou contas à sociedade sobre os contratos milionários da Celepar, guardiã de dados sensíveis de milhões de paranaenses?
A Celepar virou um balcão de negócios obscuros, contratos sem licitação, dispensas questionáveis, revendas de serviços que burlam a lei e um processo de privatização marcado por mentiras, suspensões judiciais e riscos gravíssimos à soberania digital do estado.
O Ministério Público do Paraná (MPPR) já abriu várias frentes de investigação, mas é hora de ir além.
Exigimos uma auditoria completa, independente e imediata em TODOS os contratos da Celepar desde 2018 até o presente, com responsabilização criminal e civil de quem for culpado.
Principais escândalos e irregularidades divulgados na imprensa que clamam por ação urgente do MPPR.
Contrato bilionário com Google Cloud sem licitação (2025): A Celepar virou revendedora da Google, permitindo que órgãos públicos contratem serviços sem licitar, com custo estimado em R$ 600-670 milhões. O MPPR abriu investigação preliminar (Notícia de Fato nº 0046.25.192702-9), o PSOL denunciou ao TCE-PR pedindo nulidade e suspensão imediata por desvirtuamento da Lei das Estatais, falta de estudos técnicos e risco à LGPD (Plural, Gazeta do Paraná, outubro de 2025). Isso é burla descarada à lei!
Contratos milionários sem licitação para acelerar privatização (2025). Dispensa de licitação para assessoria da Ernst & Young (R$ 8,7 milhões), escritório de advocacia (quase R$ 500 mil) e outros, tudo para preparar a venda da empresa. O MPPR investiga indícios de ilegalidade no processo de desestatização (Plural, TI Inside, março-maio 2025). Contratos duplicados, data center fake na Sesp com a espanhola Indra (R$ 162 milhões questionados) e mentiras sobre migração para o Serpro (que negou qualquer contrato – Capital Digital, fevereiro 2026).
Outras dispensas e contratações suspeitas: Contratos de R$ 9,8 milhões sem licitação investigados pelo MPPR (Plural, maio 2025); serviços de comunicação e monitoramento de imagens sem concorrência, e o próprio processo de privatização suspenso pelo TCE-PR (setembro 2025, ratificado depois) e pelo ministro Flávio Dino no STF (2026), por insegurança jurídica, risco à proteção de dados pessoais e ausência de estudos adequados (G1, Carta Capital, Brasil de Fato).
A Celepar lida com saúde, educação, segurança pública, tributos e dados pessoais de TODOS os paranaenses. Qualquer falha ou má-fé aqui é crime contra o patrimônio público e violação da LGPD.
O MPPR já tem inquéritos abertos sobre privatização, Google e contratos da Sesp – mas isso não basta.
É preciso uma mega-auditoria abrangente, retroativa a 2018, para mapear superfaturamentos, direcionamentos, conluios e prejuízos ao erário.
MPPR.
O povo paranaense clama por sua intervenção imediata! Abra inquérito civil e criminal, determine a suspensão de todos os contratos suspeitos, intime o governo a entregar documentação completa e realize auditoria externa profunda.
Transparência não é luxo, é dever.
Sem ela, a Celepar continua sendo um risco permanente à democracia digital do Paraná.
O silêncio é conivência. A sociedade exige respostas – e justiça.
Fontes principais: Plural.jor.br (2025-2026), Gazeta do Paraná, Folha de Londrina (2019), G1, Brasil de Fato, TCE-PR, MPPR (notícias e despachos públicos), Capital Digital (2026).
Celepar, 61 anos.
A Celepar é a Pioneira da Tecnologia Pública no Brasil e Pilar da Transformação Digital do Paraná
A Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar) é muito mais do que uma empresa, é um marco histórico na informática pública brasileira e um dos principais pilares da modernização da administração pública no estado do Paraná.
Fundada em 24 de novembro de 1964, durante o governo do governador Ney Braga, a Celepar surgiu pela Lei Estadual nº 4.945, de 30 de outubro daquele ano, inicialmente com o nome Centro Eletrônico de Processamento de Dados do Paraná, mantendo até hoje a sigla que a identifica. Constitui-se oficialmente por escritura pública em 5 de novembro de 1964, sendo reconhecida como a primeira empresa pública de tecnologia da informação do Brasil e a mais antiga companhia pública nessa área no país.
Tudo começou com um computador Bull Gama 30 (com apenas 30 KB de memória!) que processava as primeiras tarefas essenciais: a folha de pagamento dos servidores públicos e a contabilidade do Estado. Desde então, a Celepar acompanha e impulsiona cada fase da evolução tecnológica: da automação básica de processos administrativos nos anos 1960 até a implementação de soluções avançadas de inteligência artificial, big data, Internet das Coisas (IoT), nuvem, segurança da informação e governança digital nos dias atuais.
Por que a Celepar é tão importante para o Paraná?
Guardiã dos dados do cidadão paranaense?
Ela armazena e gerencia com segurança informações críticas de áreas como educação, saúde, segurança pública, trânsito, tributos, assistência social e muito mais, atendendo os 399 municípios do estado.
Motor da desburocratização e eficiência, desenvolve sistemas que simplificam a vida do cidadão (como plataformas de serviços digitais) e otimizam a gestão pública, economizando recursos e melhorando a qualidade do atendimento.
Referência nacional.
Pioneira em várias iniciativas, a Celepar ajudou a construir a base tecnológica que permitiu ao Paraná se destacar em rankings de transformação digital e inovação no setor público brasileiro.
Suporte a diversos poderes e entes. Além do Governo do Estado, presta serviços ao Tribunal de Justiça, Ministério Público, prefeituras, entre outros, fortalecendo a infraestrutura tecnológica de todo o ecossistema público paranaense.
Ao completar mais de 61 anos em 2026, a Celepar representa não apenas história, mas continuidade, confiabilidade e compromisso com o futuro digital do Paraná. Em um mundo cada vez mais dependente de dados seguros e serviços digitais ágeis, a Celepar segue sendo essencial para que o estado ofereça serviços públicos modernos, transparentes e centrados no cidadão.
A tecnologia transforma vidas quando está a serviço da sociedade, e há mais de seis décadas a Celepar faz exatamente isso no Paraná.
Irresponsáveis querem vender a Celepar.
Ato contra o povo paranaense.
Risco de Crime contra Pátria
Quando um agente público brasileiro transmite informações a estrangeiros, o risco não está apenas na esfera diplomática ou militar, mas também no campo digital.
Hoje, grandes empresas de tecnologia, as chamadas big techs, concentram poder sobre dados, comunicações e até sobre a formação da opinião pública.
Se um representante político compartilha informações estratégicas com essas corporações, o impacto pode ser tão grave quanto entregar segredos de Estado a outro governo.
As big techs operam como atores globais com influência comparável à de países e controlam plataformas de comunicação, algoritmos que moldam o debate público e bancos de dados que revelam comportamentos sociais e econômicos.
Nesse cenário, passar informações privilegiadas a elas pode significar abrir mão da soberania digital do Brasil.
O agente público deixa de representar o interesse nacional e passa a fortalecer empresas que, em última instância, respondem a acionistas estrangeiros e não ao povo brasileiro.
Assim, a fronteira entre cooperação legítima e traição se torna ainda mais delicada, enquanto acordos tecnológicos podem trazer inovação e investimento, a entrega de dados estratégicos ou negociações internas às big techs pode transformar o Estado em refém de corporações privadas, corroendo a autonomia política e econômica do país.
#nãovendercelepar
Papai Alex
O secretário de Estado da Inovação e Inteligência Artificial do Paraná, Alex Canziani, pai da deputada federal Luísa Canziani (presidente da Comissão Especial de Inteligência Artificial na Câmara), tem defendido com afinco a privatização da Celepar, a estatal que gerencia dados sensíveis e sistemas estratégicos do governo paranaense. Enquanto empurra a venda da empresa, processo suspenso pelo STF por riscos à proteção de dados, Canziani acumula funções que levantam sérias suspeitas de conflito de interesses.
Ele articulou parcerias da Celepar com Big Techs como o Google (incluindo uso de ferramentas como Workspace e projetos de IA), ao mesmo tempo em que conduz o processo de desestatização da própria companhia.
Sua filha, por sua vez, mantém proximidade explícita com as mesmas gigantes tecnológicas, visitas ao Vale do Silício bancadas por entidades ligadas ao setor, fotos e abraços com lobistas, enquanto influencia a regulação nacional de IA, muitas vezes alinhada aos interesses dessas empresas.
Essa dinâmica familiar e institucional cheira a cumplicidade perigosa.
O pai no Executivo estadual entrega infraestrutura crítica e dados públicos a players globais, a filha no Legislativo federal ajuda a moldar regras que facilitam a atuação delas. Privatizar a Celepar sob esse contexto não parece modernização, mas entrega de soberania digital do Paraná a interesses privados estrangeiros, com risco de vazamento de informações sensíveis da população e prejuízo ao controle público.
Em vez de transparência e proteção ao cidadão, o que se vê é uma porta giratória entre família, governo e Big Techs, um modelo que prioriza lucros corporativos em detrimento do interesse público.
O Paraná merece mais accountability, papel de dono, não essa concentração de poder disfarçada de inovação.
Com a palavra a Polícia Federal e o Ministério Público.
Depois Luiza Canziani
A atuação da deputada federal Luíza Canziani no debate sobre a regulação da inteligência artificial tem levantado questionamentos legítimos sobre a proximidade entre o poder público e as grandes empresas de tecnologia.
Ao presidir e participar de discussões estratégicas sobre o marco regulatório de IA, a parlamentar manteve diálogo com representantes de gigantes do setor como Amazon, Google, Meta, Microsoft, IBM e OpenAI. Embora o diálogo entre legisladores e setor produtivo seja parte natural do processo democrático, a frequência e a centralidade dessas empresas no debate suscitam preocupações.
A crítica central não é sobre a existência de reuniões, algo comum em qualquer formulação de política pública, mas sobre o risco de captura regulatória.
Quando empresas que serão diretamente impactadas por uma lei participam intensamente da sua construção, há a possibilidade de que o texto final privilegie interesses econômicos privados em detrimento da proteção de direitos fundamentais, como privacidade, transparência algorítmica e responsabilidade civil.
No caso da regulação da IA, trata-se de um tema sensível, com impactos profundos sobre democracia, mercado de trabalho, educação e direitos individuais.
A presença dominante de big techs no debate pode inclinar a legislação para modelos mais flexíveis de responsabilização e autorregulação, formatos que costumam beneficiar grandes plataformas globais, mas que nem sempre oferecem as salvaguardas mais robustas para cidadãos.
Outro ponto crítico é o desequilíbrio de poder técnico. Essas empresas dispõem de recursos, especialistas e capacidade de lobby muito superiores aos de organizações da sociedade civil ou de pesquisadores independentes. Se o processo legislativo não for cuidadosamente equilibrado, o debate pode ficar assimétrico, com menor espaço para vozes que defendem regulação mais rígida ou mecanismos fortes de fiscalização estatal.
Portanto, a proximidade política com grandes empresas de tecnologia exige transparência máxima, diversidade de interlocutores e mecanismos claros de prestação de contas.
Em temas estruturais como inteligência artificial, o interesse público precisa estar inequivocamente acima dos interesses corporativos.